terça-feira, 16 de outubro de 2018

O amor que acolhe


-->

Eu gosto demais de um grande escritor chamado Brennan Manning. No seu livro: “O obstinado amor de Deus, ele disse: Viver com a percepção de quanto somos amados é o eixo em torno do qual gira a vida cristã. Ser amados é a nossa identidade, o âmago da nossa existência. Não se trata apenas de um pensamento que reflete o nosso senso de grandeza. É o nome pelo qual Deus nos conhece, e o meio de Ele se relacionar conosco.
Quando preciso buscar uma identidade externa a mim, sou então atraído pelo acúmulo de riquezas, poder e honra. Posso também encontrar o meu centro gravitacional nos relacionamentos. Quando extraio vida e significado de qualquer outra fonte que não o fato”.
Acredito que essa seja a maior carência das pessoas hoje. Alguns dias dei um abraço numa amiga e ela disse: nem meus filhos me abraçam assim com tanto carinho e amor pastor. Saibamos dessa verdade, somos amados pelo Eterno Deus. Ele nos ama através do seu Filho Jesus Cristo de Nazaré. 
O texto sagrado nos afirma em I João 4:19: Nós o amamos a ele porque ele nos amou primeiro. Não há absolutamente nada de especial para Deus nos amar em Cristo, mas por causa da sua graça, ele nos ama e por isso, o amamos também. Seu amor toca em nosso ser, assim passamos a ter significado, não em nossa casa, não em nosso carro ou dinheiro, mas na graça especial que desce do céu e é demonstrada para pecadores como nós. 
Somos amados de Deus, somos agraciados pelo seu cuidado, somos assistidos e acolhidos por esse grande amor que constrange e nos deixa com as emoções afloradas. Não há entendimento humano para compreender a dimensão desse amor desse Deus Eterno. O amor que acolhe, abraça e traz para perto rebeldes. Esses tais, são amados e aceitos pela graça. Louvado seja o Deus que nos ama de graça. (Alcindo Almeida)















Nenhum comentário:

Postar um comentário