
- Texto da reflexão: E a mão dele ainda continua estendida (Isaías 9.12b).
Estou vivendo um momento de alegria e tristeza. Por um lado o nosso coração está cheio de alegria por curtir a proximidade da chegada da nossa primeira filha, a pequena Isabella. Por outro lado, o nosso coração está cheio de tristeza porque o meu pai (José João) morre a cada dia. A doença do câncer é algo que vai corroendo o corpo e vai matando a pessoa aos poucos. Dói demais na alma e no coração vê-lo sofrendo. Eu e a minha família não podemos fazer absolutamente nada, nada e nada!
Acredito que vivo um momento absolutamente estranho e de muitas lutas. Passei muitas neste ano e como passei.
Um deles foi a tentativa de termos filhos. E a realidade foi que enquanto alguns tiravam maior barato por não ter filhos. Eu e a Erika (minha esposa) fazíamos tratamentos profundos e gastamos muito dinheiro na tentativa da gravidez. Tentamos quatro vezes e nada de dar certo!
Pela graça Deus abriu as portas no último tratamento. Eu tive que me rebolar de alguma forma para sanar os valores gastos neste último tratamento, porque o convênio só cobria as consultas. E como era um médico de ponta, o valor do tratamento ficou muito alto.
Creio que três fases foram complicadas para mim: a transição pastoral que doeu na alma, a fase de tratamento para a Erika engravidar e a doença do meu pai.
Confesso que me senti muito só humanamente falando. Um dia antes da inseminação eu estava com coração um pouco apertado. Com fé na providência de Deus, mas bem apertado!
Liguei para um casal da igreja de Ermelino muito amigo e disse: Vocês dois poderiam sair daí hoje e virem aqui em Pirituba para orarem conosco?
O meu amigo Mauricio respondeu: Iremos agora mesmo! Foi bom demais para nós o tempo que passamos de joelhos na presença de Deus! Naquela noite choramos, rimos e experimentamos o abraço de gente querida que resolveu investir um tempo em favor de nós. Deus enviou naquela noite o Mauricio e a Cléo. E depois que eles foram embora ligou um amigo especial chamado Noé. Ele orou por nós naquele momento pedindo a bênção de Deus para nós.
E Deus atendeu o nosso coração. Hoje estamos na espera da pequena Isabella que chega em fevereiro de 2009.
O fato precioso é que Deus nos criou para a união com ele. Esse é o propósito original de nossa existência. E Deus é definido como amor (1Jo 4.16).
Como diz Brennan Manning:
“Viver com a percepção de quanto somos amados é o eixo em torno do qual gira a vida cristã. Ser amados é a nossa identidade, o âmago da nossa existência. Não se trata apenas de um pensamento que reflete nosso senso de grandeza. É o nome pelo qual Deus nos conhece, e o meio de ele se relacionar conosco” Ap 2.17 (MANNING, Brennan. O obstinado amor de Deus. São Paulo: mundo Cristão, 2007, p. 20).
Como é bom compreender as implicações da fé cristã. Quando estamos dilacerados, em nossa impotência, em nossa fraqueza. É exatamente neste hora que o Senhor Jesus se faz mais presente do que nunca. Na verdade, ele está sempre presente. Mas, só conseguimos avaliar mais e perceber mais quando enfrentamos as realidades de sofrimento e pressão na vida.
É na hora da dor e da angústia que percebemos que a fé em Deus pode ser fortalecida. E percebemos mais que a mão do eterno Deus continua estendida para nós. Como conversava com uma amiga ontem, depois de ouvir o relato dela sobre a morte da sua mãe. Deus está olhando para nós mesmo quando achamos que não.
Ele nunca nos abandona, ele nunca nos desampara!
A presença de Deus em nossa vida mostra claramente que a mão dele está estendida sobre nós. Deus mostrou isso através deste casal que ele mandou para orar por nós e conosco. Ele mostrou isso quando o Noé ligou para nós naquela noite. E ainda ligou no domingo a noite para saber do resultado. E vibrou no coração pela bênção chegada!
Saibamos desta verdade, Deus está com a sua estendida para nós como diz o profeta Isaías. Ele não nos abandona nunca. Como ele mesmo diz no Livro: Porque eu o Senhor te tomo pela minha mão direita e te digo: Não temas que eu te ajudo (Is. 41.13).
Louvado seja o nome deste Deus que estende a sua mão para nós!
Alcindo Almeida
Estou vivendo um momento de alegria e tristeza. Por um lado o nosso coração está cheio de alegria por curtir a proximidade da chegada da nossa primeira filha, a pequena Isabella. Por outro lado, o nosso coração está cheio de tristeza porque o meu pai (José João) morre a cada dia. A doença do câncer é algo que vai corroendo o corpo e vai matando a pessoa aos poucos. Dói demais na alma e no coração vê-lo sofrendo. Eu e a minha família não podemos fazer absolutamente nada, nada e nada!
Acredito que vivo um momento absolutamente estranho e de muitas lutas. Passei muitas neste ano e como passei.
Um deles foi a tentativa de termos filhos. E a realidade foi que enquanto alguns tiravam maior barato por não ter filhos. Eu e a Erika (minha esposa) fazíamos tratamentos profundos e gastamos muito dinheiro na tentativa da gravidez. Tentamos quatro vezes e nada de dar certo!
Pela graça Deus abriu as portas no último tratamento. Eu tive que me rebolar de alguma forma para sanar os valores gastos neste último tratamento, porque o convênio só cobria as consultas. E como era um médico de ponta, o valor do tratamento ficou muito alto.
Creio que três fases foram complicadas para mim: a transição pastoral que doeu na alma, a fase de tratamento para a Erika engravidar e a doença do meu pai.
Confesso que me senti muito só humanamente falando. Um dia antes da inseminação eu estava com coração um pouco apertado. Com fé na providência de Deus, mas bem apertado!
Liguei para um casal da igreja de Ermelino muito amigo e disse: Vocês dois poderiam sair daí hoje e virem aqui em Pirituba para orarem conosco?
O meu amigo Mauricio respondeu: Iremos agora mesmo! Foi bom demais para nós o tempo que passamos de joelhos na presença de Deus! Naquela noite choramos, rimos e experimentamos o abraço de gente querida que resolveu investir um tempo em favor de nós. Deus enviou naquela noite o Mauricio e a Cléo. E depois que eles foram embora ligou um amigo especial chamado Noé. Ele orou por nós naquele momento pedindo a bênção de Deus para nós.
E Deus atendeu o nosso coração. Hoje estamos na espera da pequena Isabella que chega em fevereiro de 2009.
O fato precioso é que Deus nos criou para a união com ele. Esse é o propósito original de nossa existência. E Deus é definido como amor (1Jo 4.16).
Como diz Brennan Manning:
“Viver com a percepção de quanto somos amados é o eixo em torno do qual gira a vida cristã. Ser amados é a nossa identidade, o âmago da nossa existência. Não se trata apenas de um pensamento que reflete nosso senso de grandeza. É o nome pelo qual Deus nos conhece, e o meio de ele se relacionar conosco” Ap 2.17 (MANNING, Brennan. O obstinado amor de Deus. São Paulo: mundo Cristão, 2007, p. 20).
Como é bom compreender as implicações da fé cristã. Quando estamos dilacerados, em nossa impotência, em nossa fraqueza. É exatamente neste hora que o Senhor Jesus se faz mais presente do que nunca. Na verdade, ele está sempre presente. Mas, só conseguimos avaliar mais e perceber mais quando enfrentamos as realidades de sofrimento e pressão na vida.
É na hora da dor e da angústia que percebemos que a fé em Deus pode ser fortalecida. E percebemos mais que a mão do eterno Deus continua estendida para nós. Como conversava com uma amiga ontem, depois de ouvir o relato dela sobre a morte da sua mãe. Deus está olhando para nós mesmo quando achamos que não.
Ele nunca nos abandona, ele nunca nos desampara!
A presença de Deus em nossa vida mostra claramente que a mão dele está estendida sobre nós. Deus mostrou isso através deste casal que ele mandou para orar por nós e conosco. Ele mostrou isso quando o Noé ligou para nós naquela noite. E ainda ligou no domingo a noite para saber do resultado. E vibrou no coração pela bênção chegada!
Saibamos desta verdade, Deus está com a sua estendida para nós como diz o profeta Isaías. Ele não nos abandona nunca. Como ele mesmo diz no Livro: Porque eu o Senhor te tomo pela minha mão direita e te digo: Não temas que eu te ajudo (Is. 41.13).
Louvado seja o nome deste Deus que estende a sua mão para nós!
Alcindo Almeida
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