
- Texto para a reflexão: “O Senhor me guarde de que eu faça tal coisa ao meu senhor, ao ungido do Senhor, que eu estenda a minha mão contra ele, pois é o ungido do Senhor” (I Samuel 24.6).
Vocês já perceberam como perdemos o senso do sagrado. Brincamos com as coisas de Deus de maneira tão simples. Neste texto, Davi tem um relacionamento de seriedade com Deus tão grande, que no meio da sua crise, ele não deixa de respeitar o ungido de Deus. Ele não permite que seus 600 homens toquem em Saul, porque era ungido de Deus. O seu gesto de respeito ao sagrado, aquilo que foi constituído por Deus, aplacou a ira dos seus homens, evitou um desastre naquele dia.
E mesmo com a perseguição de Saul, Davi respeita o sagrado, curvando-se diante do rei. Mostrando que ele cria na ação e governo de Deus através de Saul como rei (vers. 8).
Porque não temos esta sensibilidade de Davi? Porque não respeitamos as autoridades instituídas por Deus? Porque fazemos chacota de nós mesmos como pastores. Porque brincamos em relação aos nossos presbíteros, diáconos e liderança em geral? Porque não conseguimos respeitar as autoridades de cabeças brancas? Sabem por quê?
Porque perdemos o senso do sagrado que influenciou a vida e coração de Davi. Se olharmos para Davi, veremos que ele mesmo, afirma para Saul que o Senhor pôs a Saul nas suas mãos. Mas, as palavras com reverência foram: Não estenderei a minha mão contra o meu senhor, porque é o ungido do Senhor.
Nós não podemos deixar de refletir sobre a reverência no sagrado. Vemos que o deserto na vida de Davi, não foi por acaso, ele aprendeu a reverenciar as coisas de Deus como sagradas. Por isso, ele poupou a vida do rei Saul.
No deserto da sua vida aprenda a ver o processo de Deus, aprenda a ver o quanto ele quer mostrar o senso do sagrado, o respeito pelas coisas do seu Reino, pelos seus amigos pastores, presbíteros, diáconos e toda liderança. Todos eles merecem honra, respeito e reverência.
Oração: Pai, dá-me entendimento do que significa o sagrado para com meus amigos. Dá a bênção de poder reverenciá-los assim como Davi teve graça para reverenciar aquele que era o seu próprio inimigo.
Alcindo Almeida - 2004
Pastor em Pirituba
Vocês já perceberam como perdemos o senso do sagrado. Brincamos com as coisas de Deus de maneira tão simples. Neste texto, Davi tem um relacionamento de seriedade com Deus tão grande, que no meio da sua crise, ele não deixa de respeitar o ungido de Deus. Ele não permite que seus 600 homens toquem em Saul, porque era ungido de Deus. O seu gesto de respeito ao sagrado, aquilo que foi constituído por Deus, aplacou a ira dos seus homens, evitou um desastre naquele dia.
E mesmo com a perseguição de Saul, Davi respeita o sagrado, curvando-se diante do rei. Mostrando que ele cria na ação e governo de Deus através de Saul como rei (vers. 8).
Porque não temos esta sensibilidade de Davi? Porque não respeitamos as autoridades instituídas por Deus? Porque fazemos chacota de nós mesmos como pastores. Porque brincamos em relação aos nossos presbíteros, diáconos e liderança em geral? Porque não conseguimos respeitar as autoridades de cabeças brancas? Sabem por quê?
Porque perdemos o senso do sagrado que influenciou a vida e coração de Davi. Se olharmos para Davi, veremos que ele mesmo, afirma para Saul que o Senhor pôs a Saul nas suas mãos. Mas, as palavras com reverência foram: Não estenderei a minha mão contra o meu senhor, porque é o ungido do Senhor.
Nós não podemos deixar de refletir sobre a reverência no sagrado. Vemos que o deserto na vida de Davi, não foi por acaso, ele aprendeu a reverenciar as coisas de Deus como sagradas. Por isso, ele poupou a vida do rei Saul.
No deserto da sua vida aprenda a ver o processo de Deus, aprenda a ver o quanto ele quer mostrar o senso do sagrado, o respeito pelas coisas do seu Reino, pelos seus amigos pastores, presbíteros, diáconos e toda liderança. Todos eles merecem honra, respeito e reverência.
Oração: Pai, dá-me entendimento do que significa o sagrado para com meus amigos. Dá a bênção de poder reverenciá-los assim como Davi teve graça para reverenciar aquele que era o seu próprio inimigo.
Alcindo Almeida - 2004
Pastor em Pirituba
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