A nossa meta é amar

Jesus disse em João 15.12: Este é o meu mandamento: amai-vos uns aos outros como eu vos amei.
Os tempos mudaram diferentemente de 30 anos atrás, quando a família comia junto na mesa. O pai voltava do trabalho na vida comum e se reunia para conversar com a família. Todos tinham o mesmo horário de trabalho e estudo nas escolas. No final de semana os pais iam com as crianças para a igreja, comiam e desfrutavam o dia todo de comunhão com a igreja. Na semana havia os cultos domésticos e com muito tempo para conversar. Os grupos se reuniam, a igreja vivia sempre presente, sempre unida nas ações e respirava a comunhão de uma maneira muito mais eficaz. 
Agora com a realidade da cidade, tudo começa a ganhar um sistema novo e os espaços começam a se diminuir. Os campos industriais aumentam, a vizinhança dá espaço não para gente e sim, para as máquinas. Os vizinhos não se falam mais, se ignoram. Cada um começa a lutar pelos seus ideais. O tempo de estar junto começa a ficar pequeno e escasso. O pai precisa buscar uma oportunidade melhor, começa a estudar e se desenvolver melhor por causa da concorrência. A comunidade da rua passa a não existir mais. 
A solidão ocupa o espaço do coração das pessoas, a depressão começa a chegar porque a esposa perde o seu marido para a empresa. E os filhos entram em crise porque são educados e acompanhados pelas babás eletrônicas que invadem as salas das nossas casas. A comunidade tem agora um negócio chamado competição. Diante disto o Senhor quer que compartilhemos o discipulado do amor entre nós. Temos que nos amar como Jesus nos amou. Não podemos nos unir pelos ideais do presente século que são: consumo, projeção pessoal e individualismo total. 
A nossa meta é amar o outro e se dar por ele como Cristo fez por nós. Essa atitude combate o ódio, a soberba e o individualismo total. Como diz Vanier “o centro de compartilhar o discipulado de Jesus como comunidade é o que atrai e unifica as pessoas diante de Deus” .

- Oração: Eterno Deus, faze de nós uma comunidade dos discípulos que amam. Tira de nós o individualismo e coloca a graça do amor em nós! (Alcindo Almeida).

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