1. TRIPP, Paul David. A idade da oportunidade. São Paulo: Editora Batista Regular, 2016. Paul Tripp desvenda as questões do coração que afetam os pais e os seus filhos adolescentes durante os anos muitas vezes caóticos da adolescência; com sagacidade, sabedoria, humildade e compaixão, ele mostra aos pais como aproveitar as inúmeras oportunidades de aprofundar a comunicação, aprender e crescer com seus adolescentes. Contém 352 páginas.
2. MADUREIRA, Jonas, Heber Campos Júnior, Emilio Garofalo. Inconformados: Renovando a nossa mente. São Paulo: Editora Fiel, 2018. O século atual é uma feira de cosmovisões. A hegemonia cultural da qual a fé cristã desfrutou alguns séculos atrás afundou, arrastada pela âncora da implausibilidade em um mar de pluralidade. Para a mente secular, o cristianismo é somente um dos inúmeros caminhos existentes. Hoje, em uma mesma classe da universidade, encontraremos ateus militantes, muçulmanos secularizados, marxistas culturais, deístas libertários, budistas ocidentalizados e evangélicos não praticantes. Neste contexto, os jovens cristãos são bombardeados por cosmovisões concorrentes a todo momento. A cada clique na internet, a cada série na TV, a cada aula na faculdade, eles estão em guerra espiritual e intelectual. A máquina da propaganda moderna afirma “Viva a diferença”, mas nas entrelinhas pode-se ler “enquanto não for diferente do que pensamos.” Ironicamente, elas desafiam os jovens a serem diferentes enquanto buscam conformá-los a uma subcultura que se expressa por suas mercadorias de produção em massa. “Seja diferente, use nossos produtos (como milhões de outros jovens)”. “Diferença” no mundo é um conformismo a novos moldes. Contém 71 páginas.
3. ELLIOT, Elisabeth. O sofrimento nunca é em vão. São Paulo: Editora Fiel, 2020. Tempos difíceis chegam para todos. Momentos de dor e aflição têm o potencial de devastar e destruir nossa vida ou de ser o caminho para a gratidão e a alegria. Sofrimento e amor estão inexplicavelmente ligados, pois o amor de Deus pelo seu povo é evidenciado ao enviar Jesus para suportar nossos pecados, mágoas e dores na cruz. Ele percorreu o caminho final da aflição, conquistando a vitória em nosso favor. Essa verdade levou Elisabeth a dizer: “Seja lá o que estiver no cálice que Deus está me oferecendo dor, tristeza, sofrimento ou lamento, como também as superabundantes alegrias, estou disposta a tomar, pois eu confio nele.” Contém 132 páginas.
4. MEDICI, Patrícia. Por favor...me diga quando vai passar? São Paulo: Editora, 2025. No livro da minha amiga e irmã, ela escreve de maneira sincera, apaixonada e viva. Patrícia atende pessoas faz o tempo de 24 anos. Isso nos seus mais dolorosos momentos de vida. E como ela diz, “ao longo desta caminhada, houve vários momentos nos quais ela se deparou com pacientes, amigos e familiares que perderam ou estavam na iminência de perder entes queridos. No livro somos convidados a compreender, acolher a dor de quem fica, mas precisamos compreender no fundo da alma que, curá-la, somente a Deus. “Na condição humana essa dor será sempre parte do processo de construção da nossa história, pela escultura do nosso caráter, pelo ensino da dependência do divino e pela maturação emocional e espiritual.” Patrícia trabalha a realidade do luto, algo que todos nós não gostamos e não esperamos em nenhum momento da nossa vida. Porque isso tem a ver com a perda de uma pessoa querida. Patrícia trabalha também sobre as feridas da dor de um coração amargurado, elas podem fazer com que faríamos a quem mais amamos. Ela desenvolve de maneira preciosa esse processo. A experiência da morte de gente querida da sua família, deu bastante vivência e liberdade para ela trabalhar o assunto que é extremamente importante para os nossos relacionamentos com os que amamos. Contém 139 páginas.
5. SPROUL, R. C. O jumentinho que carregou um Rei. São Paulo: Editora Fiel, 2020. Girico, o jumentinho, nunca havia sido escolhido para nada - até o dia em que se viu carregando o rei, depois disso, ele se sentiu orgulhoso - até que viu o que o rei teve que carregar. O respeitado teólogo, autor e educador R. C. Sproul nos oferece uma visão singular da paixão de cristo, a fim de ensinar aos pequeninos a mensagem essencial do evangelho - que o senhor suportou os nossos pecados quando foi ao calvário. Nesta leitura prazerosa, as crianças verão que Jesus foi tanto o rei quanto o servo sofredor, o salvador e um exemplo para todos nós, a fim de servirmos a deus com corações gratos e cheios de disposição. Contém 44 páginas.
6. TRIPP, Paul. Mais alvo que a neve. Meditações sobre pecado e misericórdia. São Paulo: Editora Cultura Cristã, 2025. Mais alvo que a neve é um devocionário poderoso que oferece 52 meditações baseadas no salmo 51, um dos textos mais pessoais e profundos da Bíblia. Nele, Paul Tripp conduz o leitor por um caminho de confissão, arrependimento e renovação espiritual. Com linguagem acessível, poética e profundamente pastoral, o autor nos ajuda a reconhecer a gravidade do pecado e a grandeza da graça de Deus. A partir da experiência de Davi, que confessou seu fracasso moral e clamou por misericórdia, Tripp desenvolve reflexões que nos conduzem à honestidade diante de Deus, ao quebrantamento genuíno e à esperança na obra redentora de Cristo. Cada meditação termina com perguntas de aplicação, tornando o livro ideal para leituras pessoais, discipulado ou pequenos grupos. Com ampla experiência, Tripp escreve com sensibilidade e profundidade teológica, sem perder a conexão com a vida real. Este livro é um convite à restauração, uma jornada do pecado à graça, do desespero à esperança, sempre à luz do Evangelho. Contém 176 páginas.
7. RAFAEL, Llano Cifuentes. A maturidade. São Paulo: Quadrante, 2018. Observamos a toda hora pessoas que ostentam posições de influência e responsabilidade, deputados, juízes, empresários, professores universitários, mas que têm um nível psicológico claramente imaturo. Há provas psicotécnicas e vestibulares acadêmicos para testar capacidades na ordem do saber e do fazer, mas até agora não se encontrou nenhum critério efetivo para analisar essa qualidade central da ordem do ser que é a maturidade. Examinam-se, nesta obra, os diversos traços que compõem e distinguem a personalidade imatura e a madura, traçando os meios concretos que se podem aplicar para chegar à maturidade. Desenha-se assim o atraente retrato do homem de caráter, caracterizado pela harmônica fusão de todas as virtudes e pela plenitude espiritual e afetiva. Contém 160 páginas.

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