A nossa sociedade tem desvirtuado o casamento. Os votos matrimoniais são transgredidos por meio do adultério e do divórcio. A santidade do casamento tem sido banalizada por causa do ego e da individualidade de cada um. O compromisso da união do casal em fidelidade tem ficado em segundo plano.
A corrupção humana tem manchado o sagrado matrimonio e vivemos dias em que o casamento virou algo descartável. Até nas nossas igrejas, temos convivido com o efeito separação, seja pela questão de adultério ou de simplesmente, um se cansar do outro. Algumas pessoas entram no meu gabinete e dizem que não querem mais o casamento porque não suportam o temperamento do outro. Como se isso fosse motivo para tal separação.
A Bíblia afirma algo sério: E disse o homem: Esta, afinal, é osso dos meus ossos e carne da minha carne; chamar-se-á varoa, porquanto do varão foi tomada. Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne.
Quando o casamento é visto apenas como uma invenção da sociedade, as pessoas se sentem livres para redefinir o contrato de casamento de modo que preencha suas necessidades do ser. O casamento é uma ordenança da criação estabelecida e explicada no sexto dia quando o Senhor afirmou: Não é bom que o homem esteja só; eu lhe farei uma ajudadora que lhe seja adequada. (Gn 2.18)
O texto sagrado nos ensina que casamento é uma aliança entre o homem e sua mulher. Ele dedica seu coração e ser para sua amada. Ele se une a sua mulher e se torna uma só carne com ela. Separação? Só na morte ou na segunda vinda de Jesus.
Do contrário, não existe separação, a prática no casamento é viver até o fim, até o dia da morte de um dos cônjuges. Nós cristãos somos os modelos de casamentos duradouros, porque carregamos o temor de Cristo no coração. Carregamos a visão da aliança e por isso, amamos o nosso cônjuge da mesma forma que Deus nos ama.
Se tivermos problemas de relacionamentos, oremos, conversemos e busquemos ajuda pastoral e dos amigos. Somos família, somos casais unidos no Senhor e para sua glória sempre. (Alcindo Almeida)

Nenhum comentário:
Postar um comentário