quarta-feira, 10 de junho de 2026

O chamado a não amar o mundo - I João 2.15


O texto afirma no versículo 15: Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele.

Depois de lembrar aos cristãos das bênçãos espirituais que possuem, perdão dos pecados, conhecimento de Deus, força espiritual e vitória sobre o maligno, João mostra o perigo que ameaça o coração do discípulo: o amor ao mundo.

João não fala do mundo no sentido da criação de Deus ou da humanidade. A Escritura ensina que a criação é obra do Senhor e que devemos amar as pessoas. O que João condena é o mundo no sentido ético e moral, isto é, o sistema de valores que vive em rebelião contra Deus.

Esse mundo representa a mentalidade dominada pelo pecado: soberba, orgulho, egoísmo, sensualidade, materialismo e indiferença espiritual. Trata-se da cultura que ignora a Deus e promove tudo aquilo que se opõe à sua santidade.

Por isso João afirma algo muito forte: quem ama o mundo não possui o amor do Pai em seu coração. O amor por Deus e o amor pelo sistema pecaminoso do mundo são incompatíveis. O coração humano não pode servir a dois senhores.

Amar o Pai significa rejeitar aquilo que se opõe ao seu caráter. O cristão vive no mundo, mas não se deixa moldar por ele. Sua identidade está no Reino de Deus.


• Para refletir e viver:

• Não permita que os valores do mundo moldem sua vida.
• Cultive o amor por Deus acima de tudo.
• Lembre-se de quem você é em Cristo. (Pr. Alcindo Almeida)

A força espiritual de quem conhece a Deus - I João 2.14


O texto afirma no versículo 14: Filhinhos, eu vos escrevi, porque conheceis o Pai. Pais, eu vos escrevi, porque conheceis aquele que existe desde o princípio. Jovens, eu vos escrevi, porque sois fortes, e a palavra de Deus permanece em vós, e tendes vencido o Maligno.

João lembra aos filhinhos que eles conhecem o Pai. Essa é uma das maiores dádivas do evangelho. Por meio do perdão dos pecados no nome de Jesus, fomos reconciliados com Deus e recebemos o privilégio de chamá-lo de Pai.

Em seguida, João fala aos pais, destacando que eles conhecem aquele que existe desde o princípio. Essa expressão aponta para Cristo, o Filho Eterno de Deus. Aqueles que caminham há mais tempo na fé possuem uma experiência profunda com o Senhor e desenvolvem uma comunhão madura com Ele.

Por fim, João se dirige aos jovens. Ele afirma que eles são fortes, que a Palavra de Deus permanece neles e que venceram o maligno. A força espiritual desses jovens não vem de sua própria capacidade, mas da presença da Palavra de Deus em seus corações.

A juventude, muitas vezes, enfrenta intensas tentações e pressões do mundo. No entanto, João lembra que aqueles que permanecem na Palavra possuem força espiritual para resistir ao mal.


• Para refletir e viver:

• Valorize o privilégio de conhecer a Deus.
• Peça que a Palavra de Deus permaneça em você sempre.
• Lembre-se de que a vitória sobre o maligno é possível em Cristo.
• Use sua força para servir ao Senhor.
• Cresça continuamente no conhecimento de Deus. (Pr. Alcindo Almeida)

terça-feira, 9 de junho de 2026

Vencendo o maligno (I João 2.13)


O texto afirma no versículo 13: Pais, eu vos escrevo, porque conheceis aquele que existe desde o princípio. Jovens, eu vos escrevo, porque tendes vencido o Maligno. 

João continua sua palavra pastoral à igreja reconhecendo diferentes estágios da vida espiritual. Ele menciona pais e jovens, mostrando que a comunidade cristã é formada por pessoas que caminham em diferentes níveis de maturidade na fé. 

Quando João fala aos pais, ele destaca algo profundo: eles conhecem aquele que existe desde o princípio. Essa expressão aponta para o próprio Cristo, o Filho eterno de Deus. Os pais representam aqueles que possuem maturidade espiritual e desenvolveram um conhecimento profundo do Senhor. 

Trata-se de um relacionamento vivido ao longo do tempo, marcado por experiência espiritual, perseverança e comunhão constante com Deus. João se dirige aos jovens, reconhecendo sua força espiritual. Ele afirma que eles têm vencido o Maligno. 

A vida cristã envolve uma batalha espiritual real. O inimigo busca constantemente enfraquecer a fé, desviar o coração e afastar as pessoas de Deus. João mostra duas dimensões importantes da vida cristã: maturidade no conhecimento de Deus e vitória na batalha espiritual. 

• Para refletir e viver: 

• Busque crescer no conhecimento de Deus. 
• Valorize os cristãos maduros na fé. 
• Reconheça que a vida cristã envolve batalha espiritual. 
• Confie na vitória que Cristo concede. 
• Persevere no crescimento espiritual.na vitória que Cristo concede. 
• Persevere no crescimento espiritual. (Pr. Alcindo Almeida)

sábado, 6 de junho de 2026

Leituras em junho de 2026

 


1. VIEIRA, Leandro. O Evangelho completo. Introdução ao conteúdo, abrangência e atemporalidade da mensagem. São Paulo: Editora Vida, 2025. O crescimento exacerbado dos evangélicos nas últimas décadas levanta uma pertinente questão: como pode haver um número significativo de cristãos ao redor do mundo e um testemunho tão tímido como o que temos visto? A resposta é: o Evangelho tem sido frequentemente adaptado e fracionado. É impossível acrescentar um mínimo fragmento humanista ao Evangelho sem que ele seja perdido por completo. Da mesma forma, qualquer apresentação reducionista da Mensagem a esvaziará de seu poder e eficácia. À luz de três expressões encontradas no Novo Testamento: Evangelho da graça, Evangelho do Reino e Evangelho eterno, o leitor será conduzido a uma compreensão abrangente das Boas-Novas. “Como Deus salva”, “Por que ele salva” e “O que salva” são as ênfases principais da seção teológica do material. O Evangelho Completo é, portanto, uma boa notícia a respeito da revelação de Deus em Cristo, da sua obra consumada em favor dos homens, da afirmação da beleza da criação e da soberania e imutabilidade divina em realizar toda a sua vontade. Contém 363 páginas.

2. STEPHENSON, John. Escatologia. Dogmática Luterana Confessional. Porto Alegre: Editora Concórdia, 2025. Uma excelente descrição da visão bíblica do fim dos tempos, bem como uma visão histórica das várias visões milenaristas que surgiram na igreja nos últimos dois mil anos. A Escatologia do Dr. Stephenson é uma lufada de ar fresco, pois expõe a visão cristã do fim dos tempos, uma visão que não pode ser compreendida sem a cristologia ortodoxa e a teologia da encarnação. Contém 202 páginas.

3. Contém 202 páginas.




terça-feira, 26 de maio de 2026

O perdão que nasce do nome de Cristo - I João 2.12


O texto afirma no versículo 12: Filhinhos, eu vos escrevo, porque os vossos pecados são perdoados, por causa do seu nome.
João se dirige aos cristãos com uma expressão profundamente pastoral: “filhinhos”. Essa forma de tratamento mostra cuidado, ternura e preocupação espiritual. João não está apenas ensinando doutrina, ele está pastoreando o coração da igreja.
Nesse versículo, ele lembra aos cristãos de uma das verdades mais fundamental do Evangelho: os pecados foram perdoados por causa do nome de Jesus.
Essa afirmação traz grande consolo espiritual. O perdão que recebemos não está baseado em nossos méritos, em nossa capacidade moral ou em nossa boa obra. O fundamento do perdão é exclusivamente a pessoa e a obra de Cristo.
Essa verdade não apenas consola o coração, mas também fortalece sua caminhada espiritual. Quem compreende a profundidade do perdão divino aprende a viver com gratidão, humildade e renovada disposição para seguir o Senhor.

• Para refletir e viver:

• Descanse na certeza do perdão em Cristo.
• Lembre-se diariamente da graça de Deus.
• Não baseie sua esperança em seus próprios méritos.
• Viva com humildade diante do Senhor. (Pr. Alcindo Almeida)

segunda-feira, 25 de maio de 2026

Atitudes práticas (I João 2.11)


O texto afirma no versículo 11: Aquele, porém, que odeia a seu irmão está nas trevas, e anda nas trevas, e não sabe para onde vai, porque as trevas lhe cegaram os olhos. 
O apóstolo João continua aprofundando o contraste entre luz e trevas na vida espiritual. Para ele, a maneira como tratamos nossos irmãos revela a condição real do nosso coração diante de Deus.
João afirma que aquele que odeia o irmão não apenas está nas trevas, mas anda nas trevas. Isso significa que sua vida inteira está sendo conduzida por uma realidade espiritual de afastamento de Deus. As trevas não são apenas um estado momentâneo; elas se tornam um caminho de vida.
A consequência dessa condição é a cegueira espiritual. João diz que quem vive no ódio “não sabe para onde vai”. As trevas cegam os olhos do coração, impedindo a pessoa de perceber a verdade, de discernir o caminho correto e de experimentar a luz do Evangelho.
O amor cristão não se limita a palavras ou sentimentos, ele se manifesta em atitudes concretas. 

Para refletir e viver:

Examine seu coração diante do amor ao próximo. 
Entenda que o ódio produz cegueira espiritual.
Pratique o amor de forma concreta.
Viva de maneira que seu testemunho edifique os outros. (Pr. Alcindo Almeida)






segunda-feira, 11 de maio de 2026

Leituras em maio de 2026


1. AMORIM, 
Rodolfo. O cristão e a arte num mundo em desencanto. Minas Gerais: Editora Ultimato, 2025. Os cristãos são capazes de produzir obras que encantem pessoas que desconhecem e ignoram a graça e a presença de Deus nos dias atuais? É possível oferecer uma resposta cristã nos diferentes campos da arte e da cultura? O livro apresenta a arte a partir da estética e da beleza inspiradas pelas Escrituras e pela tradição cristã, bem como diferentes implicações para a compreensão do fazer e desfrutar artístico cristão. Um livro essencial para amantes da arte que também amam a Deus de todo coração e de todo o entendimento. Rodolfo Amorim mostra que sua inclinação protestante-reformacional sabe dialogar com diferentes tradições cristãs e delas absorver excelentes ideias para enriquecer a nossa experiência estética da vida. Amigo e professor que me apresentou Rookmaaker, Dooyeweerd, Charles Taylor e Kierkegaard, depois de anos de pesquisa e palestras sobre arte e espiritualidade, ele traz neste livro um texto maduro, acessível e profundamente espiritual. Contém 288 páginas.

2. WILSON, Douglas. Firme nas promessas. São Paulo: Editora Clire, 2021. A sua família é uma cultura? O seu lar é um ambiente propício para a criação de filhos? Deus projetou cada família para ser uma cultura — com linguagem própria, costumes e tradições. A cultura da família molda profundamente o íntimo das crianças que crescem nela. É dever do pai garantir que a modelagem ocorra de acordo com os padrões da sabedoria bíblica. Alguns pais estabelecem uma cultura rebelde no lar trazendo a ira de Deus sobre os filhos. Outros pais falham em estabelecer uma cultura distinta, e as culturas externas invadem o lar para preencher o vazio. Por meio do Messias, Deus prometeu bênçãos ao seu povo, “a teus filhos e aos filhos de teus filhos para sempre”. A regra para os membros fiéis da aliança é que seus filhos os sigam em sua fidelidade a Deus. A exceção é os filhos se desviarem. A menos que restabeleçamos uma cultura cristã fiel em nosso lar, nunca a restabeleceremos em lugar nenhum. Contém 201 páginas.

3. JONES, Martyn Lloyd. Caminhar com Deus. São Paulo: Editora Cultura Cristã, 2019. Lloyd-Jones talvez tenha sido o médico mais distinto de toda a Inglaterra. Contudo, cedo em sua carreira, deixou a profissão para dedicar-se a um “chamado mais alto”, melhor dizendo, à “cura de almas”. Ele soube como ninguém oferecer um diagnóstico penetrante da condição humana e uma proclamação persuasiva do Evangelho, como única e suficiente resposta. Este volume é uma continuação valiosa de seu ministério. Caminhar com Deus, 366 mensagens inspiradoras, é um livro devocional diário, que compartilha breves excertos de muitos escritos de Dr. Lloyd-Jones. A seleção de textos é encorajadora, esclarecedora e desafiadora. Todos os leitores que usarem este volume, certamente, adquirirão maior entendimento da verdade bíblica sobre a salvação, o evangelho, o avivamento, o reino de Deus, a vitória da fé, e muito mais. Além disso, aprenderão a se aproximar mais de Cristo e aumentar a sua fé. Nossa oração é que a leitura de trechos das obras do Dr. Martyn Lloyd-Jones o nutram e o supram em sua caminhada com Cristo. Contém 384 páginas.

4. 
PARANGUÁ, Glenio Fonseca. Muito além do perdão. Londrina - PR: Editora Vale Estreito, 2026. Glenio conduz o leitor ao centro da obra completa de Cristo — onde a graça não apenas absolve, mas transforma; não apenas livra do juízo, mas faz nascer uma nova vida. Porque ser salvo não é apenas ser perdoado. É morrer e ressuscitar com Cristo. Contém 116 páginas.

5. NOBLAT, Viviane Braz e Aline. Ei, não aperte a minha mente. Um diálogo entre razão e emoção à luz da TCC e da psicanálise. São Paulo: Editora Chave Mestra, 2026. A ansiedade ganhou palco nos últimos anos ― às vezes, até microfone e luz especial. Mas, neste livro, duas psicólogas mostram que ela não precisa ser a protagonista da sua vida. Com humor, profundidade e uma linguagem acessível, a obra costura Psicanálise winnicottiana e Terapia Cognitivo-Comportamental para explicar por que a mente aperta, por que o corpo reage e, principalmente, como afrouxar esse nó interno sem se violentar. Aqui, a ansiedade deixa de ser uma inimiga e vira uma mensagem que pode, finalmente, ser escutada com cuidado. Contém 143 páginas.
 




quarta-feira, 29 de abril de 2026

Permanecendo na luz através do amor - I João 2.10


O texto afirma no versículo 10: Aquele que ama a seu irmão permanece na luz, e nele não há nenhum tropeço.  

O apóstolo João continua desenvolvendo o contraste entre luz e trevas, um tema central em sua carta. Para ele, a evidência de que alguém está vivendo na luz de Deus se manifesta de forma clara no relacionamento com os irmãos.

Permanecer na luz significa viver em comunhão com Deus, andar segundo a verdade e permitir que o caráter de Cristo molde nossas atitudes. O amor, portanto, não é apenas um fruto da vida cristã; ele é uma evidência concreta de que a luz de Deus está governando o coração.

O amor cristão não é superficial nem meramente emocional. Ele nasce de uma vida transformada pela graça de Deus. Quando alguém conhece verdadeiramente o Senhor, sua vida começa a refletir o amor que vem de Deus.

João nos ensina que o amor é a evidência da permanência na luz e o caminho que preserva a comunhão dentro da comunidade cristã.

Para refletir e viver:

• Avalie se o amor tem governado seus relacionamentos.
• Entenda que o amor é sinal de comunhão com Deus.
• Procure viver de forma que sua vida edifique os outros.
• Evite atitudes que provoquem divisão no corpo de Cristo. (Pr. Alcindo Almeida)

Chamados a praticar o amor - I João 2.9


O texto afirma no versículo 9: Aquele que diz estar na luz e odeia a seu irmão, até agora, está nas trevas.

O apóstolo João trata a vida cristã com uma franqueza impressionante. Para ele, não existe espaço para contradições entre aquilo que professamos e aquilo que vivemos. Se alguém afirma que vive na luz, isto é, em comunhão com Deus, essa realidade precisa se manifestar em seu relacionamento com os irmãos.

João deixa claro que o amor ao próximo não é apenas um sentimento opcional, mas um mandamento divino. Amar não é simplesmente uma emoção espontânea que surge quando tudo vai bem; é uma decisão espiritual de obedecer à vontade de Deus.

Por isso, João mostra que o amor possui uma dimensão moral e espiritual. Ele não é apenas algo que sentimos, mas algo que somos chamados a praticar. Amar é obedecer a Deus.

A ausência de amor expõe uma profunda incoerência espiritual. Não podemos afirmar que caminhamos na luz enquanto alimentamos ressentimento, desprezo ou indiferença em relação ao próximo.

• Para refletir e viver:

• Examine seu coração diante do mandamento do amor.
• Entenda que amar é obedecer a Deus.
• Não permita que o ressentimento domine sua vida.
• Cultive relacionamentos marcados pela graça.
(Pr. Alcindo Almeida)



terça-feira, 28 de abril de 2026

O exemplo de amor - I João 2.8


O texto afirma no versículo 8: Todavia, vos escrevo novo mandamento, aquilo que é verdadeiro nele e em vós, porque as trevas se vão dissipando, e a verdadeira luz já brilha.

Ao mesmo tempo em que este mandamento é antigo, adquiriu um sentido novo e mais profundo com Cristo. O Senhor Jesus intensificou-o. É a ideia presente em João 13.34: Um novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros.

Jesus dá seu próprio exemplo de amor entregando a vida pelos seus. Este foi o cumprimento maior deste mandamento, ao qual João se refere como sendo algo antigo, mas que agora, numa dimensão maior, é novo. 

Portanto, esse mandamento é novo porque ganhou uma dimensão que não havia sido identificada. Agora tem uma nova perspectiva e um profundo significado por causa da cruz de Cristo Jesus. Nós não vivemos nas trevas, mas na verdadeira luz que é Jesus Cristo de Nazaré.

• Para refletir e viver:

• Viva o novo mandamento amando como Jesus amou.  

• Você vive a verdade que é Jesus, tudo é diferente.

• Agradeça porque você tem a verdadeira luz que é Jesus Cristo. (Pr. Alcindo Almeida)


O ensino sobre o amor - I João 2.7


O texto afirma no versículo 7: Amados, não vos escrevo mandamento novo, senão mandamento antigo, o qual, desde o princípio, tivestes. Esse mandamento antigo é a palavra que ouvistes.

O apóstolo João lembra aos cristãos que o ensino sobre o amor não é uma novidade recente na revelação de Deus. Desde o início da história da fé, o Senhor já mostrou que seu povo deveria viver em amor. Esse mandamento estava presente nas Escrituras do Antigo Testamento e fazia parte da identidade espiritual do povo de Deus.

Quando João está dizendo que o chamado ao amor sempre esteve no coração da vontade de Deus. Desde os tempos antigos, o Senhor ensinou seu povo a amar a Deus acima de todas as coisas e a amar o próximo como a si mesmo.

O amor que antes era ensinado na lei agora é plenamente demonstrado na vida de Cristo. Jesus não apenas ensinou sobre o amor, mas viveu o amor de forma perfeita. Sua vida, seu serviço, sua compaixão e, sobretudo, sua morte na cruz demonstraram o que significa amar de verdade.

Para refletir e viver:

• Reconheça que o amor está no centro da vontade de Deus.

• Lembre-se das verdades antigas da fé.

• Respire o exemplo de Cristo no amor e na graça.

• Pratique o amor no cotidiano. (Pr. Alcindo Almeida)



quinta-feira, 16 de abril de 2026

Leituras em abril de 2026


1. CAMPOS, Heber. O plano de Deus para o mundo. São Paulo: Editora Cultura Cristã, 2025. Neste volume monumental, o Dr Heber Carlos de Campos nos guia por uma exposição clara, profunda e bíblica da doutrina do decreto divino: aquilo que Deus, em sua sabedoria e soberania, determinou antes da fundação do mundo. A obra percorre com maestria os principais temas relacionados aos decretos: a criação do universo, a queda do homem, a providência divina e a predestinação, sempre com base nas Escrituras. Com abordagem teológica sólida e ao mesmo tempo pastoral, este é um convite à reverência, à confiança e ao encantamento diante do Deus que governa todas as coisas segundo o conselho da sua vontade. Contém 736 páginas.

2. STOTT, John. Cristianismo equilibrado. Minas Gerais: Editora Ultimato, 2017. Estamos divididos ou somos desequilibrados? Partidarismo e polarização não são novidades entre os cristãos. As frases "eu sou de Paulo" ou "eu sou de Apolo" são repetidas todos os dias, agora com novos sujeitos, novos adjetivos e em diferentes plataformas. Em Cristianismo Equilibrado, John Stott aponta não apenas questões que dividem os evangélicos, mas também o perigo do extremismo e da falta de discernimento. Em edição ampliada, com uma longa entrevista com o autor, a obra responde também a questões contemporâneas que desafiam a unidade da igreja. Contém 88 páginas.

3. ROOKMAAKER, H. R. A arte não precisa de justificativa. Minas Gerais: Editora Ultimato, 2010. O livro é uma leitura para todos os cristãos que desejam usar seus talentos para a glória daquele que os presenteou. É um chamado aos artistas, artesãos e músicos cristãos para que chorem, orem, pensem e trabalhem. Para o autor, qualquer discussão sobre o papel da arte deve ser precedida por uma afirmação básica: a arte não precisa de justificativa nem por motivos religiosos ou propósitos evangelísticos, nem por fins econômicos ou políticos. É verdade que, quase sempre, vemos os artistas como sumos sacerdotes da cultura nossos gurus ou como celebridades e bobos da corte. Ao mesmo tempo, esperamos que eles criem coisas de valor quase eterno, sobre as quais se possa conversar séculos depois. No entanto, se os artistas quiserem alcançar sucesso, é preciso aderir à moda e ter apelo comercial. Para Rookmaaker, esse não é um problema novo. Contém 80 páginas.

4. KELLER, Timothy. Um ano com Tim Keller. Um ano com Timothy Keller: Leituras diárias. São Paulo: Editora Vida Nova, 2025.O Evangelho diz: somos mais pecaminosos e falhos em nós mesmos do que jamais ousamos acreditar e, ao mesmo tempo, somos mais amados e aceitos em Jesus Cristo do que jamais ousamos esperar.” Um ano com Timothy Keller convida você para uma jornada de 365 dias. A cada dia, uma nova reflexão extraída das obras mais amadas do autor aborda temas essenciais como oração, perdão, amor ao próximo, o sentido do trabalho e a esperança da ressurreição. Cada meditação se inicia com uma passagem bíblica para nortear o seu dia. Este devocional é o presente ideal, seja para quem está descobrindo Keller agora, seja para quem já admira há tempos seu discernimento. Contém 416 páginas.

5. ANDERSON, Flavio (Organizador). Conexões entre Psicologia e Espiritualidade - Vol III. São Paulo: Editora Scortecci, 2025. O livro reúne ainda diversos outros temas relevantes que conectam psicologia, fé e desenvolvimento humano. Flavio reúne vários escritores que trabalham família, identidade, palavras no momento certo, questão parental, controle da alimentação como cuidado do corpo na espiritualidade, a questão da morte, aceitação, aconselhamento espiritual, vida contemplativa e a importância da oração na espiritualidade! Contém 210 páginas.

Permanecendo em Cristo - I João 2.6.



O texto afirma no versículo 6: Aquele que diz que permanece nele, esse deve também andar assim como ele andou.
O apóstolo João nos conduz a uma das marcas mais profundas da vida cristã: a união com Cristo deve produzir uma vida semelhante à de Cristo. Não basta afirmar que pertencemos a Jesus; a realidade dessa comunhão precisa se manifestar em nosso modo de viver.
A expressão “permanecer nele” é central na espiritualidade do Novo Testamento. Permanecer em Cristo significa viver em comunhão constante com Ele, depender de sua graça e pedir que sua vida molde nosso caráter. 
Quem permanece em Cristo não vive mais orientado apenas por seus próprios desejos, mas passa a buscar refletir o caráter do Senhor em todas as áreas da vida.
A fé cristã não é apenas acreditar em Cristo, mas viver à luz de Cristo.

• Para refletir e viver:

Examine se sua vida reflete a vida de Cristo.
• Sua fé precisa ser visível nas atitudes, nas palavras e nas decisões.
• Busque comunhão diária com o Senhor. Ninguém pode andar como Cristo sem permanecer em Cristo. (Pr. Alcindo Almeida)