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Leituras em 2019



1.              ZACHARIAS, Ravi. Jesus entre outros deuses. Uma defesa da singularidade da fé cristã. São Paulo: Vida Nova, 2018. Em Jesus entre outros deuses, o autor fornece respostas às dúvidas mais fundamentais sobre o cristianismo: Todas as religiões não são fundamentalmente a mesma coisa? Jesus era o que afirmou ser? É possível estudar a vida de Cristo e demonstrar de forma conclusiva que ele era e é o caminho, a verdade e a vida? Em cada capítulo, Ravi Zacharias analisa uma afirmação que Jesus fez acerca de si próprio (“Eu sou o caminho, a verdade e a vida”, por exemplo) e contrasta — de forma convincente e apaixonada — a verdade de Jesus com os axiomas defendidos pelos fundadores do islamismo, do hinduísmo e do budismo. Além de uma pesquisa ampla e impressionante, o autor compartilha nessa obra seu testemunho pessoal sobre como avançou do desespero e da falta de sentido para a descoberta de que Jesus é, de fato, quem ele disse ser. Contém 272 páginas.2. 

2.              MOHLER, Albert. Desejo e engano. O verdadeiro preço da nova tolerância sexual. São Paulo: Editora Fiel, 2016. Você está pronto para responder às mais relevantes questões da sexualidade hoje? A monogamia tem sido considerada antiquada. A pornografia se infiltra em quase todos os lares. A homossexualidade é aceita. A luxúria tem sido redefinida. A família é uma instituição questionada. Somos lembrados, todos os dias, de que os conceitos a respeito do que é certo e do que é errado na vida sexual são agora diferentes do que eram há cinquenta anos. Os princípios cristãos que formaram o padrão para gerações de famílias no Ocidente estão nitidamente ausentes. O que aconteceu? E por quê? Como podemos reagir a essa mudança dramática na perspectiva de nossa cultura sobre o sexo? Como um dos mais influentes pensadores modernos, o Dr. Albert Mohler aborda, em Desejo e Engano, esses temas críticos em um estilo inteligente e direto. Se você seguir a orientação do Dr. Mohler e aplicar as soluções bíblicas às questões mais preocupantes de nossos dias, você será não somente equipado, mas também inspirado a falar a verdade em uma sociedade faminta por respostas. Contém 144 páginas.

3.              STOTT, John. Como ser cristão – Um guia prático para a fé cristã. Minas Gerais: Ultimato, 2016.  O que é a fé cristã e como desenvolvê-la em meio a tantas possibilidades religiosas e igrejas diferentes? Como ser cristão – um guia prático para a fé cristã não poderia ser escrito por ninguém a não ser John Stott. É um livro na medida certa para:

                Aqueles que foram aceitos por Jesus Cristo e querem saber como viver a fé cristã;
                Aqueles que estão se preparando para ser membros de uma igreja;
                Aqueles que são cristãos e querem resgatar as bases da fé cristã.

Como ser cristão é uma espécie de mapa de navegação para os cristãos. Um mapa em que encontramos “o começo”, “em que creem” e “como vivem” os cristãos. E, melhor: todos os capítulos são acompanhados de um guia de estudo para uso individual ou em grupo. Contém 200 páginas.

4.              SMITH, James K. A. Desejando o Reino: Culto, cosmovisão e formação cultural. São Paulo: Vida Nova, 2018. Em Desejando o reino, o filósofo James K. A. Smith reformula todo o projeto da educação cristã focando o processo de aprendizado por meio da análise de três temas principais: liturgia, formação e desejo. Neste livro — o primeiro de uma trilogia que traz uma abrangente teologia da cultura —, ao mesmo tempo que o autor repensa a educação cristã como um processo formativo que reorienta nosso desejo em direção ao reino de Deus, defende a ideia de que a adoração cristã é, na realidade, uma prática pedagógica que treina nosso amor. Contém 240 páginas.

5.              STOTT, John & Chris Wright. A graça de contribuir: o dinheiro e o Evangelho. São Paulo: Editora Vida, 2017. Em A graça de contribuir, John Stott leva você através dos ensinamentos do apóstolo Paulo sobre a contribuição financeira. Ele irá ajudá-lo a responder perguntas sobre quando contribuir, com o que contribuir e em que espírito. Esses 10 princípios de oferta cristã oferecem a você diretrizes sólidas enquanto você toma decisões sobre finanças. O dom da prestação de contas, de Chris Wright, incluído nesta obra, apresenta através de passagens bíblicas conhecidas questões sobre como deixamos os modelos bíblicos moldarem nossa abordagem sobre a responsabilidade financeira. Wright mostra que o apóstolo Paulo estabelece um padrão claro para a igreja, e os princípios são facilmente transferidos para qualquer tipo de organização ou instituição de caridade.  Contém 88 páginas.

6.              KELLER, Timothy. O Evangelho na vida. A graça de Deus transforma tudo. São Paulo: Vida Nova, 2018. O evangelho na vida é um curso intensivo com oito encontros acerca do evangelho e sobre como vivê-lo — primeiro em seu coração, depois em sua comunidade e, por fim, no mundo.

1 CIDADE: O mundo em que vivemos
2 CORAÇÃO: Três modos de viver
3 IDOLATRIA: O pecado por trás do pecado
4 COMUNIDADE: O contexto para a mudança
5 TESTEMUNHO: Uma cidade alternativa
6 TRABALHO: Cultivando o jardim
7 JUSTIÇA: Um povo para os outros
8 ETERNIDADE: O mundo que virá

Além de estudos bíblicos e perguntas para debate, esse livro traz um DVD com palestras do autor sobre o tema de cada capítulo e também seções (intituladas “Estudo Individual”) que consistem em uma série de leituras, citações e exercícios que ajudam o leitor a se preparar para o próximo encontro. Os líderes também encontrarão uma ampla seção de notas para ajudá-los a se preparar para conduzir os encontros. Contém 256 páginas.

7.              MACARTHUR, John, Fogo estranho. Rio de Janeiro: Thomas Nelson Brasil, 2013. Você pode discordar. Pode criticar. Só não pode deixar de ler. Sem dúvida, os evangélicos conquistaram uma visibilidade considerável nas últimas décadas. Pastores de diversas denominações decretam curas e milagres, proclamam bênçãos e libertação. No entanto, mesmo diante de tanta operação creditada ao Espírito de Deus, não faltam pessoas frustradas, carregadas de culpa e de mágoa. Quem questiona esse tipo de interpretação da obra do Espírito Santo vai encontrar neste livro uma fonte de argumentação. Nele, o aclamado teólogo John MacArthur aponta e discute o que considera desvios do movimento carismático. Com a maestria que o tornou um uma das maiores autoridades em Bíblia de nosso tempo, ele apresenta sua visão sobre a verdadeira reverência à terceira pessoa da Trindade e procura corrigir ensinamentos equivocados sobre o Espírito.  Contém 336 páginas.

8.              MACARTHUR, John. Escravo. A verdade escondida sobre nossa identidade em Cristo. São Paulo: Editora Fiel, 2013. Em Escravo, John MacArthur traz à luz um elemento essencial da identidade do cristão, que ficou oculto a partir da tradução de muitas versões modernas da Bíblia. Neste livro, MacArthur resgata a correta tradução da palavra grega doulos, que é de grande importância para o bom entendimento do que é ser um cristão genuíno. Presente 124 vezes no texto original do NT, a palavra escravo (doulos), por motivos incertos, foi substituída por servo. Segundo MacArthur, essa tradução incorreta acobertou o verdadeiro significado do termo escravo e trouxe grande perda para o ensino correto do evangelho, o qual ordena que os crentes se submetam a Cristo completamente, não apenas como servos contratados, mas como quem pertence inteiramente a Ele. A partir desta correta compreensão, MacArthur convida o leitor a redescobrir uma antiga e rica perspectiva do significado de ser escravo de Cristo. Contém 240 páginas.

9.              IDLEMAN, Kyle. A graça é maior. São Paulo: Editora Vida, 2018. Idleman nos conduz além das nossas manias para uma compreensão da graça maior do que nossos erros, nossas falhas, nosso desejo de vingança e nossas situações aparentemente impossíveis. Ao relatar poderosas histórias de graça experimentadas, este livro irá ajudá-lo a compreender verdadeiramente a graça de Deus, mesmo se os cristãos a sua volta não conseguiram vivê-la. Contém 204 páginas.

10.           PETERSON. Eugene. Um ano com Jesus. Minas Gerais: Ultimato, 2015. Em Um Ano com Jesus, do conhecido pastor e escritor Eugene Peterson, autor da Bíblia A MENSAGEM, somos guiados a cada dia pelas histórias e palavras de Jesus nos evangelhos, em uma sequência de leitura, reflexão e oração ao longo dos 365 dias do ano. As leituras e meditações diárias aqui reunidas são como orações, um diálogo, uma verdadeira conversa com Jesus. E, para Eugene Peterson, a oração nunca é “apenas” oração, mas envolve todas as dimensões da vida – comer, beber, amar, trabalhar, andar, ler, cantar. Contém 400 páginas.

11.           LEWIS, C. S. Deus no banco dos réus. Rio de Janeiro: Thomas Nelson, 2018. Lewis me dava a sensação de ser o homem mais convertido que já conheci”", observa Walter Hooper — editor e conselheiro literário das obras de C. S. Lewis — no prefácio desta coletânea de ensaios. “” Em sua perspectiva geral da vida, o natural e o sobrenatural pareciam ser indissoluvelmente unidos.” “É precisamente esse cristianismo difundido que é demonstrado nos ensaios que compõem esta obra. Em Deus no banco dos réus, Lewis se volta tanto para questões teológicas quanto para aquelas que Hooper chama de “semiteológicas" ou éticas com percepções e observações completa e profundamente cristãs. Valendo-se de diversas fontes, os ensaios foram projetados para atender a uma série de necessidades e ilustrar as diferentes formas como somos capazes de ver a religião cristã. Eles vão desde textos relativamente populares escritos para jornais até defesas mais eruditas da fé. Caracterizados pela honestidade e realismo de Lewis, sua percepção e convicção e, acima de tudo, seus compromissos firmes com o cristianismo, esses ensaios fazem de Deus no banco dos réus um livro único para o nosso tempo.” Contém 416 páginas.

12.           WRIGHT, N. T. Paulo: uma biografia. Rio de Janeiro: Thomas Nelson, 2019. “Esta cativante reconstrução da vida e do pensamento de Paulo, escrita com excelência por um dos estudiosos paulinos mais influentes da atualidade, traz à tona o mundo romano antigo em todos os detalhes: sociais, históricos e culturais. Nesta biografia definitiva, N. T. Wright oferece uma visão fascinante da história de Paulo, levando-nos a caminhar ao lado do apóstolo, observando, aprendendo, sofrendo e vibrando com ele. O autor nos guia pelas jornadas fascinantes do antigo perseguidor de cristãos, cidade após cidade, onde pregou a mensagem revolucionária do evangelho da salvação e deixou ali um legado cujas reverberações são visíveis até hoje. Em Paulo: uma biografia, N. T. Wright não nos apresenta o retrato de um teólogo impassível ou de um evangelista implacável, mas a história de um personagem complexo, multifacetado e que pode, sem dúvidas, ser considerado um dos maiores líderes da história da humanidade.” Contém 480 páginas.

13.           MCGRATH, Alister. A ciência de Deus. Uma introdução à teologia científica. Minas Gerais: Ultimato, 2016. A ciência e a teologia como você nunca viu, por um dos mais conhecidos pensadores cristãos dos nossos dias. Em um trabalho inovador, McGrath apresenta uma versão concisa, não acadêmica, de “Scientific Theology” [Uma teologia científica], aclamada pelos estudiosos como uma das melhores teologias sistemáticas dos últimos tempos. A ciência de Deus explora com rara competência a relação entre a teologia e a ciência, e aponta, entre outras questões, a legitimidade da teologia científica, o propósito da teologia natural, os fundamentos do realismo teológico e o lugar da metafísica na teologia. Contém 280 páginas.

14.           COSTA, Neto. Amar e servir a cultura do voluntariado. São Paulo: Vida, 2018. Assim o autor expressa sua percepção de como é importante servir. Amar e servir as pessoas são atitudes que refletem a natureza divina de forma prática. Era justamente o que Jesus vivia, por isso disse que “não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos” (Mateus 20.28). Se a natureza de Jesus realmente entrar em nosso coração, passaremos a amar e servir com naturalidade. Na verdade, servir é a forma mais poderosa de demonstrar amor. Um verdadeiro avivamento tem invadido igrejas inteiras, e os cristãos têm se dado conta de que servir é bem melhor do que ficar no banco de reserva. Entrar em campo e servir as pessoas torna-se a motivação maior para se viver. Quando fazemos o bem para qualquer ser humano, estamos fazendo ao próprio Deus. Contém 192 páginas.

15.           DULCI Pedro. Fé cristã e ação política. A relevância pública da espiritualidade cristã. Minas Gerais: Ultimato, 2018. O que os pensadores do passado e também do presente sugerem e quais as possibilidades de atuação da igreja local para o bem público da sociedade? Dizer que “Igreja” e “Estado” são espaços independentes e regidos por leis próprias não é o mesmo que dizer que a religião se limita aos templos, ao domingo e aos cristãos, nem que a esfera política é restrita aos partidos, à Câmara Municipal ou à Assembleia Legislativa. Para Pedro Dulci, as instituições sociais são “incubadoras de virtudes”: elas nos mostram o poder político da família, da escola, da empresa e, acima de tudo, da igreja. E, mais do que ocupar determinado espaço, a presença pública cristã diz respeito às nossas ações, diante de Deus, em tudo o que fazemos para o bem comum e o florescimento do ser humano. Contém 208 páginas.

16.           LEWIS, C.S. Sobre histórias. Rio de Janeiro: Editora Thomas Nelson, 2018 C.S. Lewis era um ávido leitor, capaz de ir de um assunto para outro com enorme facilidade e destreza. Isso fica evidente na coletânea de textos reunidos neste livro inédito — incluindo ensaios, artigos, resenhas críticas, tributos, dentre outros gêneros. Sobre histórias mostra um outro lado da vida de Lewis: a de brilhante acadêmico e professor de Literatura Inglesa da Universidade de Oxford, onde ficou conhecido por suas palestras geniais e profundas sobre literatura. Contém 272 páginas.

17.           AGOSTINHO, Santo. Diálogo sobre a felicidade. Lisboa – Portugal: Edições 70, 2014. Tema frequente no pensamento antigo e abordado pelas várias escolas helenísticas, o tema da 'vida feliz' (no sentido ético) é aqui inserido por Santo Agostinho - ainda no início da sua produção filosófica - no âmbito de uma reflexão de cunho teocêntrico. Contém 120 páginas.

18.           RUE, Nancy. Manual para pais de garotas descoladas. São Paulo: Editora Mundo Cristão, 2013. Aquela garotinha que antes corria em sua direção toda vez que você chegava em casa, hoje mal lhe dá boa noite. De uns tempos para cá, ela anda mais reservada e conversa pouco com você. Mas não é nada pessoal. A sua garotinha só está na adolescência. Talvez perceber que ela cresceu não seja tão fácil assim, mas lembre-se que essa é uma fase difícil para ela também. Existem várias mudanças acontecendo com ela, tanto físicas como emocionais. E nem sempre ela sabe lidar com todas elas. O fato é, que sua filha precisa de você agora, da sua amizade, e da sua orientação. Assim ela se tornará uma mulher segura e autoconfiante também. Nancy Rue, escreveu um manual como esse para as mães, e agora traz um manual tão completo quanto, mas para os pais. Com dicas fundamentais para você pai, construir uma relação forte com sua filha. Contém 176 páginas.

19.           PIPER, John. Moldado por Deus. Mente e coração em sintonia com os Salmos. São Paulo: Vida Nova, 2019. A Bíblia inteira ensina verdades e desperta emoções, mas Salmos é um livro especial, tendo sido o hinário de Israel e da igreja. Juntamente com os ensinamentos de Jesus e dos apóstolos, moldou o pensamento e as emoções dos primeiros discípulos. Moldado por Deus mostra como isso se dá: “Por meio desses poemas inspirados por Deus, ouvimos e sentimos o clamor poderoso de aflição, de vergonha, de arrependimento, de tristeza, de raiva, de desânimo e de perturbação. Entretanto, o que torna isso assombrosamente diferente dos sofrimentos do mundo é que tudo isso é vivenciado à luz da percepção do Deus que é pleno em soberania. Contém 80 páginas.

20.           PIPER, John. Vivendo na luz: dinheiro, sexo e poder. Fazendo o melhor uso de três oportunidades perigosas. São Paulo: Vida Nova, 2019. Dinheiro, sexo e poder. Todo ser humano está inclinado a adorar essas dádivas. Os cristãos as enxergam com certa suspeita, mas Deus nos criou para desfrutar de todas elas.  Descubra nesta obra como manter essas três oportunidades perigosas gravitando na órbita para a qual foram projetadas. E aprenda a desfrutar de cada uma delas de uma maneira que garanta satisfação pessoal, sirva às pessoas e glorifique a Deus. Este livro revigorante traz novo alento e despertará para a glória resplandecente de Cristo, inspirando o leitor a tornar Jesus o centro gravitacional de sua vida. Quando isso acontecer, tudo vai mudar para você. Contém 128 páginas.

21.           PIPER, John. Quando a escuridão. Não passa. Vivendo com esperança em Deus em meio à depressão. São Paulo: Vida Nova, 2019. Até mesmo o cristão mais fiel e dedicado pode passar por períodos de depressão e escuridão espiritual, momentos em que a alegria parece inalcançável. Isso pode acontecer por diversas razões: pecado, ataque satânico, circunstâncias estressantes, doenças ou outras causas físicas. Em Quando a escuridão não passa, o objetivo de John Piper é trazer consolo e orientação para aqueles que estão enfrentando escuridão espiritual. Ao longo destas páginas, o leitor compreenderá o aspecto físico da depressão, o significado de “esperar no Senhor” em períodos de trevas, como os pecados não confessados podem obstruir nossa alegria e como ajudar aqueles dos quais a alegria parece distante. Com uma sensibilidade ímpar, Piper utiliza exemplos da vida real e constrói uma narrativa inteligente para mostrar por que temos muitas razões para ter esperança de que Deus nos tirará do poço do desespero e nos trará mais uma vez para sua luz. Contém 80 páginas.

22.           PIPER, John. Deus é o Evangelho. Um tratado sobre o amor de Deus como oferta de si mesmo. São Paulo: Editora Fiel, 2019. Todos os dons de Deus são amáveis somente enquanto nos levam a Ele. Isto é o que significa Deus é amor: o compromisso dEle mesmo em fazer tudo o que é necessário (a dolorosa morte de seu próprio Filho), para nos cativar com aquilo que é mais profundo e totalmente satisfatório - Ele mesmo. John Piper oferece-nos um livro que nos provoca a reconsiderar seriamente o cerne de nossa comunhão pessoal com Cristo, o alvo de nosso ministério e a própria vitalidade de nossas igrejas. As verdades bíblicas proclamadas aqui são profundamente desafiadoras em suas implicações. Nestas breves páginas, somos confrontados com a realidade última e definitiva do evangelho: ele nos leva, em Cristo, à presença do próprio Deus. “A vida eterna é esta”, disse Jesus, “que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste”. Isso é o que torna o evangelho em boas novas. Contém 208 páginas.

23.           POPE, Randy. Discipulado na igreja local. Minas Gerais: Ultimato, 2017. Pequenos grupos, células e outros tantos programas têm sido usados pelas igrejas para treinar e ensinar os seus membros a se tornarem seguidores de Jesus. E o que tem acontecido? Mais quantos encontros ou eventos serão necessários? Como gerar cristãos maduros e capacitados? Para Randy Pope, pastor da Igreja Perimeter, em Atlanta, nos Estados Unidos, e um dos mais influentes líderes na área de formação espiritual e discipulado, é preciso trazer o discipulado de volta para a igreja local. Rico em exemplos e ideias práticas, O Discipulado na Igreja Local é um livro essencial para a igreja dos nossos dias. Contém 208 páginas.

24.           KOPESKA, Marcos. O pastor na modernidade líquida - Como sobreviver a esta era e ter um ministério duradouro. Curitiba: Editora Schutz, 2018. O livro mostra como evitar que os elementos da sociedade atual acabem com o seu ministério. A obra revela como escapar das sutis tentações da sobrecarga, da automação, do isolamento e da vaidade. O autor, com base em antigos conselhos encontrados na Bíblia, traz orientações de como o ministério pode ser preservado e se tornar leve e frutífero. Há cerca de trinta anos, o pastor exercia seu ministério com a simplicidade e segurança peculiares de um pai espiritual para a comunidade de fé. Em contrapartida, a igreja lhe correspondia, crescendo com a capacitação oferecida, aceitando a disciplina e respondendo ao doutrinamento bíblico. Hoje, na era que Zygmunt Bauman denomina Modernidade Líquida, o pastor é semanalmente cobrado a ser: empreendedor visionário, orador da melhor estirpe, exímio conselheiro, visitador incansável, educador de excelente qualidade, administrador de conflitos, ilibado exemplo de pai e esposo, psicólogo, terapeuta, etc, etc, etc. Como sobreviver a essa avalanche de responsabilidades? Como se prevenir das tentações da Modernidade Líquida e dar segurança e longevidade ao ministério? Como evitar se tornar parte do crescente número de pastores em depressão e doenças da alma? Contém 100 páginas.

25.           MCGRATH, Alister. O ajuste fino do Universo. Em busca de Deus na ciência e na teologia. Minas Gerais: Ultimato, 2017. A cada dia fica mais evidente que a ciência levanta questões que transcendem sua capacidade de resposta. Valor, significado e propósito estão fora do seu escopo. Assim, é tempo tanto para as ciências naturais, como para a teologia cristã reconhecerem suas limitações e abrirem caminho para novas possibilidades de cooperação e diálogo. A teologia natural poderia funcionar como uma ponte entre o mundo da ciência e o da religião? Ou como um ponto de encontro para a teologia, a literatura, as artes e, acima de tudo, as ciências naturais? McGrath examina o aparente "ajuste fino" do universo e seu significado para a teologia natural. Explorando fenômenos físicos e biológicos e aproveitando as pesquisas mais recentes em bioquímica e biologia evolutiva, O Ajuste Fino do Universo descreve uma nova compreensão do mundo natural e discute suas implicações para o debate sobre a existência de Deus. Contém 320 páginas.

26.           VANHOOZER, Kevin. Encenando o drama da doutrina. Teologia a serviço da igreja. São Paulo: Vida Nova, 2016. Nesta obra, o aclamado estudioso Vanhoozer apresenta um modo de pensar teologia cristã que parte de sua obra desbravadora, O drama da doutrina, e nos conduz ao próximo passo. Vanhoozer defende que a teologia não é um simples conjunto de crenças cognitivas, mas também envolve discurso e ação na mesma medida. O autor usa o teatro como modelo para explicar de que maneiras a doutrina modela a compreensão cristã e gera discípulos. A igreja, propõe Vanhoozer, é o teatro preeminente em que o evangelho é “encenado”, tendo a doutrina a dirigir essa encenação. As doutrinas não são apenas verdades para ser armazenadas, arquivadas e empilhadas, mas indicações e direções a ser seguidas, praticadas e encenadas. Ao “encenar” a doutrina, os cristãos são moldados e transformados desse modo em discípulos ativos de Jesus Cristo. Vanhoozer passa então a examinar o estado da igreja no mundo de hoje e analisa como os discípulos podem fazer ou encenar a doutrina. Contém 352 páginas.

27.           VALADARES, Agnaldo. Roteiro prático para pequenos grupos - Cartas pastorais. Rio de Janeiro: CPIMW, 2018. O Roteiro Prático para Pequenos Grupo é uma ferramenta preparada especialmente para as reuniões nos lares, que trazem comunhão e edificação para o corpo de Cristo. Contém 132 páginas.

28.           KOPESKA, Jasiel Botelho e Marcos. A vida financeira do pastor. Mordomia cristã na prática. Curitiba: Editora Schut, 2018. O livro nos ajuda a refletir sobre a intensa relação entre dinheiro e ministério. Ajuda-nos a ver o dinheiro como instrumento de ministério e não como um mal necessário ou apenas como tentação. Como conciliar a mordomia cristã com a ética? Como lidar com as finanças sem se corromper? Como semear para o futuro sem se tornar ambicioso ou avarento? Como discernir entre fé e prudência? Como manter a vida financeira de forma exemplar? Esse livro ajuda-nos a ver o dinheiro como instrumento de ministério e não como um mal necessário ou apenas como tentação. Contém 128 páginas.

29.           BIGARDI, Marcelo. O poder e o impacto de uma visão. Rio de Janeiro: Thomas Nelson, 2018. Este livro de liderança, escrito por Marcelo Bigardi, tem a intenção de abordar o desenvolvimento de líderes e tratar desse assunto tão importante de uma forma direta, simples e muito prática. Afinal, se a liderança pode ser desenvolvida, é certo que todos nós ainda podemos crescer muito nessa área. O crescimento individual, no que diz respeito à liderança, deve ser uma escolha diária, pessoal e importantíssima. É preciso um compromisso de manter-se sempre motivado e disposto a aprender e compartilhar de seu aprendizado com sua equipe e liderados. Contém 224 páginas.

30.           EMMERICH, Georg O fator mangabeira. Modelo: Uma visão simples e bíblica do discipulado de Cristo. São Paulo: Editora Angular, 2018. No livro, a representação do processo do discipulado por uma árvore tão comum e conhecida, especialmente no nordeste de nosso país, permite a releitura do discipulado de Cristo como a árvore frondosa, que acolhe à sua sombra, que alimenta a vida e só se perpetua na vivência comunitária, na proximidade das pessoas umas com as outras, em que a imitação da vida de Cristo nos faz caminhar na perspectiva de viver e fazer o que ele fez e ensinou a todas as pessoas a quem ele discipulado. Contém 78 páginas.

31.           SILVA, José Marcos. Desculpe o transtorno, estamos mudando. Um guia prático para promover mudanças na igreja. Curitiba: Editora Esperança, 2018. Neste livro, a autor propõe um caminho a respeito de como conduzir os processos de mudanças para que os novos paradigmas não fiquem apenas na esfera dos sonhos do líder, mas se transformem em prática e permeiem a vida da igreja/instituição. O autor faz isso, não na condição de um teórico sobre o assunto, pois nesse caso, poderia ter escrito este livro há pelo menos dez anos, mas na qualidade de quem viveu e vive os processos de mudança, tanto na igreja quanto na vida pessoal. Faz isso quase vinte anos depois de ter sonhado com o livro, simplesmente para que acreditemos que somos capazes de liderar processos de mudança e que eles são possíveis.  Mudar é uma arte complexa, empolgante, desafiadora, estimulante e possível. Contém 155 páginas.

32.           TRIPP, Paul. Desafio aos pais. Os 14 princípios do evangelho que podem transformar radicalmente sua família.  São Paulo: Cultura Cristã, 2018. Paul Tripp sempre nos faz voltar ao poder vivificador do evangelho e da infalível graça de Deus. Criar filhos é um de nossos maiores desafios na vida e Paul nos direciona à única coisa que pode fazer a diferença: um encontro genuíno com o Deus vivo. Contém 176 páginas.

33.           PORTE, Wilson Jr. Unidos pela cruz. A mensagem de Efésios para a igreja de hoje. São Paulo: Vida Nova, 2017. É urgente conhecermos a obra de Cristo na cruz. É urgente também que a igreja de hoje conheça a mensagem da cruz. Só ela é capaz de nos unir em torno daquilo que é central em nossa fé fazendo que nossa luz brilhe diante dos homens. A Bíblia diz que a igreja, o povo da cruz, é a luz deste mundo, tal como uma cidade sobre um monte, com povoados em trevas à sua volta. Mas, olhando para a igreja de hoje, a impressão que se tem é que a luz tem se apagado. O que fazer para que a igreja de Cristo volte a brilhar? O que fazer para que ela não se fracione cada dia mais, não se esconda em guetos e becos, nem se envergonhe, mas suba no mais alto monte a fim de que todos vejam o poder de Deus?  Sem a busca pela verdade do evangelho da cruz, a luz do povo da cruz continuará a se apagar até que as trevas triunfem sobre o mundo. Em Unidos pela cruz, Wilson Porte Jr. nos convida a essa reflexão, partindo da mensagem de Paulo aos cristãos em Éfeso. Que a antiga e rude cruz nos una para a glória de Deus e nossa alegria. Contém 342 páginas.

34.           MILLER. Donald. A difícil arte de ser você mesmo. Será que podemos confiar que as pessoas nos amam como realmente somos? São Paulo: Mundo Cristão, 2019. Escritor consagrado e aclamado pelo público e pela crítica, Donald Miller adotava um estilo de vida marcado pela introspecção e pelo distanciamento das pessoas à sua volta. A dificuldade de relacionar-se exigia a adoção de diferentes posturas, na tentativa de agradar os interlocutores. Os relacionamentos com o sexo oposto, especialmente, sempre causavam sofrimento e constantes decepções. Nada era mais difícil para ele do que ser autêntico. Mas um novo amor em sua vida acaba se tornando a razão para mudar seu jeito de ser. Escrito com sinceridade intelectual e absoluta transparência, A difícil arte de ser você mesmo oferece os riscos e os benefícios de buscar relacionamentos saudáveis. É uma história real sobre como tirar a máscara e enfrentar inseguranças e sentimentos de culpa que nos afastam de experimentar a liberdade de ser quem de fato somos. Contém 208 páginas. 

35.           CAMPO. Josué. Pastorear, liderar, administrar. Como ser um servo dos servos de Cristo. Rio de Janeiro: Editora Betel, 2018. A verdadeira Administração Eclesiástica é o exercício da misericórdia, é a defesa da verdade, é a apologia da fé e do amor. É evidente, portanto, que a administração eclesiástica só existe nas mãos dos administradores cristãos. Em seu livro, que podemos considerar como um Manual de Estudos, o autor nos conduz ao lado de dentro da administração. Como quem contempla as engrenagens de um relógio, você verá expostas as rotinas da igreja. Porém, esta obra não se limita a fazer com que você veja a igreja como uma máquina, mas sim como corpo de Cristo. Durante a leitura, permita que Deus trabalhe em seu coração. Agindo assim, é possível que você venha a ser constrangido pelo Seu amor a confessar determinadas falhas e erros. Quando isto vir a acontecer, ajoelhe-se diante de nosso Senhor, pedindo graça e misericórdia. Isso é importante, pois o administrador forma-se através do estudo, mas a cristandade somente através da oração. Quem sabe, ao final de tudo, estejamos um pouco mais perto do ideal de servo, pois, afinal, administrar é servir! Contém 229 páginas.

36.           DULCI, Pedro. Fé cristã e ação política. A relevância pública da espiritualidade cristã. Minas Gerais: Ultimato, 2018. Entender como acontece essa relação é a principal contribuição do livro. Com prefácio de James K. A. Smith a obra apresenta as mais recentes contribuições para a participação e presença pública dos cristãos, e aponta para a militância política centrada no discipulado. O que os pensadores do passado e também do presente sugerem e quais as possibilidades de atuação da igreja local para o bem público da sociedade? Dizer que “Igreja” e “Estado” são espaços independentes e regidos por leis próprias não é o mesmo que dizer que a religião se limita aos templos, ao domingo e aos cristãos, nem que a esfera política é restrita aos partidos, à Câmara Municipal ou à Assembleia Legislativa. Para Pedro Dulci, as instituições sociais são “incubadoras de virtudes”: elas nos mostram o poder político da família, da escola, da empresa e, acima de tudo, da igreja. E, mais do que ocupar determinado espaço, a presença pública cristã diz respeito às nossas ações, diante de Deus, em tudo o que fazemos para o bem comum e o florescimento do ser humano. Contém 204 páginas. 

37.           VANHOOZER, Kevin. A Trindade, as Escrituras e a função do teólogo. Contribuições para uma teologia evangélica. São Paulo: Vida Nova, 2016. A doutrina de Deus tem alguma relevância para a adoração e o cotidiano da igreja? Como a igreja evangélica deve reavaliar o que pensa a respeito de Deus? De que forma as Sagradas Escrituras podem nos ajudar nessa questão? Qual é a importância delas para nossa formulação doutrinária? Kevin Vanhoozer apresenta uma análise dessas questões com uma abordagem trinitária. Propõe que o Deus trino e uno deve ser o paradigma para pensarmos a respeito de Deus, das Escrituras e da função pastoral-teológica. O autor coloca a Trindade no centro da discussão teológica. É a respeito desse Deus trino e uno que teólogos devem falar bem, ajudando os discípulos a se tornar uma ilustração viva do reino de Deus. Neste livro, Vanhoozer relembra que a ortodoxia é fundamental para a ortopraxia. Sem doutrinas corretas, jamais teremos práticas corretas e agradáveis ao Senhor. Contém 128 páginas.

38.           MCMANUS, Erwin. Uma força em movimento. A espiritualidade que transforma a cultura. São Paulo: Editora Garimpo, 2013. O autor sugere uma nova arquitetura cultural, cujos componentes estruturais podem (e devem) ser encontrados em um cristianismo contextualizado, que mantém seus valores, mas continua sensível aos movimentos da comunidade, do povo, do tempo e das circunstâncias que o cercam. Uma força em movimento mostra o poder de uma espiritualidade que transforma a história humana de dentro para fora à medida que se envolve com a cultura em todos os níveis – pessoal, comunitário, étnico, nacional e universal. Contém 256 páginas.

39.           GLADEN, Steve. Liderança de pequenos grupos com propósitos. São Paulo: Editora Vida, 2019. Liderança de pequenos grupos com propósitos é um livro sobre pequenos grupos que você precisa fazer chegar às mãos de cada líder de pequeno grupo de sua igreja. Bíblica, baseada nos propósitos de Deus e focada, esta obra é recheada de conselhos verdadeiros sobre a praticidade de liderar um pequeno grupo. Depois de quase trinta anos de ministério, Steve Gladen oferece aos líderes a informação de que necessitam não apenas para liderar pequenos grupos, mas também para capacitar seus participantes a transformarem-se em pessoas maduras e saudáveis. Você quer uma igreja mais saudável? Organize pequenos grupos saudáveis. Contém 268 páginas.

40.           LEWIS, C. S. Além do planeta silencioso. Rio de Janeiro: Editora Thomas Nelson, 2019. O livro conta a história do filólogo Elwin Ransom, um pacato professor universitário que tem como passatempo fazer longas viagens a pé pelo interior da Inglaterra. Por uma sucessão de fatos, Ransom é sequestrado por dois homens: o cientista Weston e o magnata Devine, e embarcado numa nave espacial para o planeta Malacandra (Marte). Nessa primeira parte da trilogia, C. S. Lewis não perde tempo descrevendo batalhas espaciais ou engenhocas tecnológicas dignas de Júlio Verne e H. G. Wells, autores que povoaram sua infância. O interesse do autor é utilizar esse mundo desconhecido e que se extingue, com paisagens exóticas e desoladas, para mostrar a evolução espiritual do protagonista e levá-lo através de alegorias, a questionar, analisar e, finalmente, aceitar a existência de uma grande força espiritual em regência ao universo. Contém 224 páginas.

41.           LEWIS, C. S. Perelandra. Rio de Janeiro: Editora Thomas Nelson, 2019. A Trilogia Cósmica criada por Lewis é resultado de uma aposta entre ele e seu grande amigo J.R.R. Tolkien. Segundo relatos, os temas foram decididos no cara ou coroa; Lewis ficou com viagem no espaço, e Tolkien com viagem no tempo. Tolkien acabou não cumprindo a aposta, enquanto Lewis não parou em um só livro. A famosa amizade entre os dois foi eternizada pela criação do personagem principal, Elwin Ransom, professor e filólogo, assim como Tolkien. Nessas aventuras de Dr. Ransom pelo espaço encontramos criaturas mágicas, um mundo de encantos, batalhas épicas e revelações de verdades transcendentes. São Paulo: Cultura Cristã, 2018. Contém 320 páginas.

42.           LEWIS, C. S. Aquela fortaleza medonha. Rio de Janeiro: Editora Thomas Nelson, 2019. Esse volume é chamado de conto de fadas na esperança de que os que não gostam de fantasia não sejam enganados pelos capítulos expostos. O cristianismo é presente, mas durante a primeira metade, enquanto as coisas estão sendo explicadas, ele é simplesmente ignorado, sua importância está na discussão de porque essa batalha está acontecendo. Os antagonistas do livro não são demônios nem pessoas que o seguem, mas conceitos e ideologias que Lewis considerava malignas e que ganhavam força na época, expondo seu ponto de vista de dentro e como elas são contraditórias ou inalcançáveis. Os personagens são constantemente criticados como rasos ou simplórios. De fato, nenhum deles é explorado muito a fundo. Enquanto nos dois primeiros livros a quantidade de personagens era resumida a menos de uma dúzia, Lewis apresenta vários personagens em Uma Força Medonha, mas o foco aqui não é explorar os personagens, mas contar uma história. Os personagens são tão profundos quanto a história exige, isso agradando os leitores ou não. 

43.           LEEMAN, Jonathan. A igreja centrada na Palavra. Como as Escrituras dão vida e crescimento ao povo de Deus. São Paulo: Vida Nova, 2019. Para Jonathan Leeman, a resposta é simples: “Não!”. O autor defende que a única ferramenta que precisamos para criar e fazer uma igreja crescer é a Palavra de Deus. Em vez de apresentar novos conceitos e abordagens, Leeman nos convida a olhar para trás, em direção às igrejas do Novo Testamento, cujos membros se tornaram cristãos vibrantes por terem a Palavra como a base do evangelismo, do ensino, da adoração, do discipulado, da oração e, claro, da pregação. Em onze capítulos, o autor mostra que a Escritura é essencial para a vida da igreja e deve permear não só a pregação, mas também nossas músicas, orações e relacionamentos. A razão é simples: foi a Palavra que fez a igreja florescer e a sustenta até hoje. A exemplo dos primeiros cristãos, devemos nos apegar a ela o tempo todo. 

44.           CARSON, D. A. Soberania divina e responsabilidade humana. Perspectivas bíblicas em tensão. São Paulo: Vida Nova, 2019. A tensão existente entre a soberania de Deus e a responsabilidade humana é tema debatido com frequência nas áreas da filosofia e da teologia. No cristianismo, essa discussão é ainda mais aguda, pois, ao considerarem Deus ao mesmo tempo onipotente e benevolente, os cristãos precisam lidar com vários questionamentos: - Se Deus é soberano, como podemos falar de vontade humana? - Como devemos relacionar passagens bíblicas que realçam a transcendência e a onipotência divinas com aquelas que falam do arrependimento de Deus? Como a tensão soberania-responsabilidade afeta o problema da teodiceia? - Será que Deus precisa ser reduzido para acomodar a liberdade de escolha do ser humano? Ao analisar como o assunto era tratado no Antigo Testamento, nos escritos judaicos intertestamentários e no Evangelho de João, Carson aprofunda o debate acerca do tema e mostra as implicações teológicas dessa discussão para o ministério e a missão na atualidade. 

45.           NOUWEN, Henri. Com o coração em chamas. Meditação sobre a vida eucarística. São Paulo: Editora Santuário, 2005. "Com o Coração em Chamas", Nouwen fala consigo e com seus amigos sobre Eucaristia, tecendo uma rede de conexões entre a celebração diária da Eucaristia e a experiência humana cotidiana. O evento eucarístico revela as experiências humanas mais profundas, as de tristeza, atenção, convite, intimidade e engajamento, o que resume a vida que somos chamados a viver em nome de Deus. Falando sobre perda, presença, convite, comunhão e missão, essa história abrange os cinco principais aspectos da celebração eucarística. O autor desenvolve nesta obra os cinco passos desse movimento do ressentimento para gratidão, de forma que se torne claro que o que celebramos e o que somos chamados a viver são essencialmente uma só e a mesma coisa. 

46.           NOUWEN, Henri com Michael J. Christensen e Rebecca J. Laird. A formação espiritual. Rio de Janeiro: Editora Vozes, 2012. Nouwen nos aconselha muito sabiamente como experimentar os cinco estágios clássicos do desenvolvimento espiritual, nos apresenta a atividade da visão divina que nos ajuda a focar e guiar nossas orações, nos revela muito sabiamente como ir da cabeça para o coração e viver neste lugar habitado por Deus. Este livro representa a consolidação das disciplinas clássicas, dos estágios tradicionais e dos movimentos espirituais em uma dinâmica jornada de fé que requer reflexões diárias e práticas intencionais. Assim, ele é adequado para processos de reflexões individuais e de pequenos grupos. Contém 223 páginas.

47.           MANNING Brennan. Acima de tudo. São Paulo: Editora Naos, 2006. O mesmo autor de "O Evangelho maltrapilho" nos traz mais este magnífico trabalho. Uma defesa impressionante da superioridade e soberania de Cristo sobre tudo e sobre todos. Acima de toda sabedoria, de todo poder, de todos os governos e de todos os tempos. Contém 144 páginas.

48.           GRUN, Anselm. Wunibald Müller. Deus, quem és tu? Rio de Janeiro: Editora Vozes, 2012. Esta obra traz um diálogo entre os autores, que conversam sobre Deus. Além disso, os autores procuraram, também, acolher a voz daqueles que não creem em Deus, ou que têm dificuldades em vivenciar e experimentar a presença e a atuação divina no mundo atual. Por isso, esta obra traz à luz as questões essenciais ligadas à fé e será uma leitura proveitosa para os que creem e os que duvidam da existência de Deus. Contém 264 páginas.

49.           SPROUL, R. C. Discípulos hoje. São Paulo: Cultura Cristã, 1998. Existem tantos retratos de Jesus nas galerias deste mundo que parece inútil esclarecer a confusão que eles têm operado nas mentes das pessoas acerca de quem é Jesus. Tantas imagens conflitantes de Jesus Cristo nos são apresentadas que algumas pessoas têm desistido de atingir um quadro exato de Sua verdadeira identidade. Precisamos de Cristo. Precisamos de um Cristo real. Um Cristo nascido de especulações vazias ou criado para ser espremido dentro de um padrão de um filósofo simplesmente não dá certo. Um Cristo reciclado, um Cristo de concessões, a ninguém pode redimir. Um Cristo diluído, despido de poder, rebaixado em Sua glória, reduzido a um símbolo, ou tornado impotente por uma cirurgia erudita não é o Cristo, e, sim, é o anticristo. Contém 272 páginas.

50.           CHAN, Francis. Cartas à igreja. São Paulo: Mundo Cristão, 2019. Em sua obra mais recente, Francis Chan, autor de Louco amor, desafia o leitor a avaliar a organização atual e a relevância (ou irrelevância) da igreja para o mundo em que vivemos. E, mais importante, quão próxima ou distante ela está do que as Escrituras apontam como o seu propósito, que é sinalizar o reino de Deus. Francis Chan conta sua experiência como plantador de igrejas e o que aprendeu com os erros e com os acertos, numa avaliação honesta e não menos crítica dos descaminhos trilhados por comunidades cristãs ao redor do planeta. Engana-se, no entanto, quem espera um mero desabafo. Francis Chan apresenta instruções valiosas para igrejas que não só querem compreender seu papel bíblico mas também anseiam por inspirar vitalidade, compromisso e significado. Cartas à igreja é, portanto, um chamado para fazer diferença. Contém 192 páginas.

51.           GRUN, Anselm. As exigências do silêncio. Rio de Janeiro: Editora Vozes, 2005. O livro traz experiências que os antigos monges (do 3º ao 6º século) fizeram com o silêncio. Ele contribui para se ter mais de clareza sobre a prática e mostra que o silêncio pode ser fundamental para que o ser humano trabalhe seu interior para conviver melhor nos dias de hoje. Contém 90 páginas.

52.           BAUCHAM, Voddie Jr. Pastores da família. Brasília: Editora Monergismo, 2018. Raramente, uma igreja vê o marido e pai como a solução para pastorear sua própria família. Em vez disso, temos desenvolvido uma expertise ministerial na igreja local que aparentemente já não precisa de um homem que se disponha e sirva como o líder espiritual de sua família. Há poucos erros mais trágicos que esse, e gerações têm sofrido e sofrerão se não convocarmos os homens a se posicionarem e servirem como os líderes espirituais de suas casas. Pastores da família é a ferramenta primária da qual pastores e líderes de igreja precisam para preencher essa lacuna e edificar a igreja local conforme Deus deseja e comunica em sua Palavra. — Brian Doyle, Fundador e Presidente, Iron Sharpens Iron. Contém 248 páginas.

53.           STEVE, Turner. Cristianismo Criativo? Uma visão sobre o cristianismo e as artes. São Paulo: Editora W4, 2007. 'Cristianismo criativo?' é um livro que procura questionar a baixa qualidade na produção artística e cultural entre os cristãos e a necessidade de se estabelecer um novo paradigma para aqueles que desejam expressar a sua fé por meio das artes e, assim, tornar-se mais relevante para a sociedade. Imagine a arte que é arriscada, complexa e sutil. Imagine a música, os filmes, os livros e as pinturas da maior qualidade! Imagine a arte que permeia a sociedade, desafiando o pensamento convencional e os padrões morais em sua essência! Imagine tudo isso criado por cristãos! Cristianismo criativo? Será possível? A resposta para essa pergunta você encontrará neste livro. Para o autor, os cristãos devem confrontar a sociedade e a igreja, valendo-se do poderoso impacto que a arte pode causar. Turner acredita que a arte pode registrar fielmente a vida de pessoas comuns e, do mesmo modo, expressar a transcendência de Deus. Por isso, os cristãos devem se envolver em todos os níveis no mundo das artes e em todos os meios de comunicação possíveis. Contudo, a arte e os artistas nem sempre foram considerados com grande estima por cristãos conservadores. Ao longo deste livro estimulante, Turner desenvolve uma tese instigante em que, se Jesus é Senhor de toda a vida e criação, então a arte não é algo ilícito aos cristãos. Pelo contrário, pode - e deve - ser uma forma de expressão da fé em palavras, sons e pontos de vista dispostos de modo criativo, gracioso e verdadeiro. Contém 176 páginas.

54.           GOHEEN, Michael. A missão da igreja hoje. A Bíblia, a história e as questões contemporâneas. Minas Gerais: Editora Ultimato, 2019. A partir das Escrituras e com um olhar nos acontecimentos, A Missão da Igreja Hoje apresenta uma rica e abrangente análise histórica e teológica da missão da igreja. Michael Goheen é nosso guia nessa jornada pelos caminhos da igreja e na compreensão bíblica da missão do povo de Deus no século 20. Em meio às questões contemporâneas da missão urbana e também considerando o contexto global, A Missão da Igreja Hoje combina as demandas urgentes com os desafios futuros da igreja local. Uma leitura profunda e também acessível, com perguntas para discussão e indicações de leitura. Essencial para pastores e estudantes, bem como para aqueles que querem estar engajados na missão do reino de Deus. Contém 392 páginas.

55.           LOPES, Rosther Guimaraes. Revitalize-se. São Paulo: Z3 Editora, 2019. Em dias de crise, como os que vivemos, onde muitas igrejas vão se esfriando, necessitamos orar a Deus por restauração. Precisamos ser cristãos de fibra, que abracem o Evangelho e que mudem a história da nossa nação. Se você viver de forma piedosa em Cristo, certamente será perseguido. Quando isto acontecer não desanime, mas ore! Fazendo assim, você vai demonstrar que confia no Senhor e reconhece que nada foge à vontade de Deus. Que Deus fale tanto ao seu coração que você se levante para fazer toda a diferença neste país e vejamos vidas prostrando-se aos pés do Cordeiro, que é Jesus Cristo, o nosso Rei e Senhor. Este livro traz mensagens que são instrumento de revitalização para que você seja uma bênção e para que tenha um ministério abençoador! Contém 128 páginas.

56.           REINKE, André Daniel. Os outros da Bíblia. História, fé e cultura dos povos antigos e sua atuação no plano divino. Rio de Janeiro: Thomas Nelson, 2019. Este livro lança um olhar sobre a história bíblica, mas com um foco inovador: a partir dos povos antigos que interagiram com o Povo de Deus. Eles, os “outros” das narrativas bíblicas – mesopotâmicos, egípcios, cananeus, persas, gregos e romanos – são o tema central desta obra. Como eram as culturas e as crenças religiosas daqueles povos? Que influências elas podem ter operado sobre a fé do antigo Israel – e mesmo na doutrina da igreja cristã? Há ideias que podem ser consideradas biblicamente corretas na teologia dos pagãos? Como a política dos impérios antigos pode ter sido usada no plano divino para trazer Cristo ao mundo? Estas são algumas perguntas que estão respondidas neste livro. André Daniel Reinke realizou uma ampla pesquisa englobando temas como a geografia histórica, sistemas políticos, cultura geral e especialmente o pensamento religioso de cada um destes povos. A partir do entendimento do outro sobre o sagrado, o autor faz uma comparação com a revelação bíblica e com a prática dos antigos hebreus, respondendo então à pergunta central de sua pesquisa: Quais são as convergências, e quais as divergências, entre a fé pagã e a fé bíblica? Este livro é uma obra fundamental para que o leitor possa compreender melhor os contextos históricos, culturais e religiosos dos povos que tanto influenciaram na jornada do Povo de Deus e na própria construção da Bíblia Sagrada. Contém 352 páginas.

57.           STRICKLAND, Danielle. O Êxodo definitivo. São Paulo: Editora Vida, 2019. O livro abre os nossos olhos para as coisas que nos escravizam e nos coloca no caminho do nosso próprio êxodo. Danielle Strickland revisita a história do Êxodo para ver o que podemos aprender de um povo que era escravo e que aprendeu com Deus o que significa ser livre. Descobriremos que a libertação é muito mais profunda que as nossas circunstâncias. Deus nos arranca das coisas que nos tornam escravos e nos leva a uma longa caminhada até a liberdade que ele nos criou para desfrutar. Contém 160 páginas.

58.           FOSTER, Richard. Celebração da Disciplina - O caminho do crescimento espiritual. São Paulo: Editora Vida, 2008. Classificando as disciplinas em três movimentos do Espírito Santo, o autor mostra como cada uma delas contribui para uma vida espiritual equilibrada. As disciplinas interiores levam os famintos de Deus a uma transformação genuína. As disciplinas exteriores são um reflexo das prioridades do Reino de Deus em seus filhos. As disciplinas comunitárias lembram-nos de que é na comunhão entre os cristãos que nos aproximamos mais de Deus. A presente edição comemora o aniversário de 30 anos de sua primeira publicação em 1978. Um clássico aclamado pela revista Christianity Today como um dos dez livros cristãos mais importantes do século XX. Desde seu lançamento, este livro ajudou milhões de pessoas a descobrirem a porta de entrada para uma vida espiritual rica, plena de contentamento, paz e profunda compreensão de Deus. Contém 304 páginas.

59.           FITZPATRICK, Elyse. Vencendo medos e ansiedades. Minas Gerais: Editora Ultimato, 2015. Você está cansada de lutar contra o medo e a ansiedade? Você não está sozinha. Essas emoções são surpreendentemente comuns a muitas mulheres, as quais lutam diariamente em diversas áreas da vida: casamento, filhos, trabalho, vida espiritual e problemas graves de saúde. Deus sabia que o medo e a ansiedade seriam problemas reais para nós, e ele nos deu uma abundância de ajudas claras e práticas na Bíblia. Neste livro, a autora Elyse Fitzpatrick irá ajudá-la a: Identificar a fonte real dos seus medos; Procurar estratégias específicas para você superar a ansiedade; Aprender a substituir sua preocupação por alegria; Descansar segura no cuidado protetor de Deus. Encontre conforto e encorajamento ao aprender com exemplos de outras mulheres como você - mulheres que descobriram que é realmente possível viver confiando em Deus em todas as circunstâncias da vida. Contém 284 páginas.

60.           KUYPER, Abraham. Sabedoria e prodígios. Brasilia: Monergismo, 2018. Como os evangélicos responderão às mudanças culturais contemporâneas? Suas crenças influenciam suas respostas, com ramificações significativas para o futuro de uma sociedade livre e seus negócios, economia e setores públicos. Às vezes o caminho a seguir é encontrado olhando-se para trás. Abraham Kuyper, teólogo e primeiro-ministro holandês (1901-1905), discorreu sobre a doutrina da graça comum, a teologia do serviço público e o engajamento cultural partilhados pelos cristãos com o restante do mundo. Contém 185 páginas.

61.           GRUN, Anselm. A sabedoria dos monges na arte de liderar pessoas. Petrópolis, RJ: Vozes, 2006. A sabedoria dos monges na arte de liderar pessoas é um livro diferente dos outros livros sobre liderança. Ele aborda esse tema não apenas como uma arte, mas como uma tarefa espiritual. O verdadeiro líder antes de tudo precisa se conhecer, agir com espírito e ter os olhos voltados para a valorização das pessoas e da empresa. Contém 160 páginas.

62.           TITUS, Larry. Liderando como Jesus. Princípios de sucesso do maior líder de todos os tempos. Rio de Janeiro: Thomas Nelson Brasil, 2019. Liderança é mais que um dom. É questão de atitude. O senso geral considera a liderança como um status garantido apenas a pessoas com alto grau de capacitação, cheias de talento ou abençoadas com dons especiais. E no ambiente das igrejas cristãs evangélicas há, pelo menos, dois fatores que contribuem para essa concepção: a hierarquia — especialmente simbolizada na figura do pastor — e o próprio exemplo de Jesus, o Verbo feito carne e Líder perfeito. O que Larry Titus procura mostrar neste livro é que a liderança não é um bicho-de-sete-cabeças, e menos ainda uma prerrogativa limitada a uma minoria privilegiada, embora exija certas disciplinas e atitudes para ser exercida com sabedoria, responsabilidade, eficiência, fé, integridade, paixão e compaixão. Liderando como Jesus oferece a orientação bíblica segura e o modelo divino para se tornar o tipo de líder que qualquer pessoa deseja seguir. Contém 304 páginas.


63.           LUCADO, Max. Um coração igual ao de Jesus. Rio de Janeiro: Thomas Nelson Brasil, 2019. Este livro mostra como o Salvador é capaz de transformar o nosso coração para torná-lo mais parecido com o dele. O resultado dessa mudança é surpreendente, pois as bênçãos decorrentes afetam não apenas a vida de quem se propõe a aceitar esse desafio, como também a de todos os que nos rodeiam. Número de Contém 88 páginas.

64.           WILSON, Dave e Ann. Casamento vertical. São Paulo: Editora Vida, 2019. Escrito em formato de diálogo bem-humorado, Casamento vertical orientará você na construção de um relacionamento vibrante em todos os níveis, incluindo comunicação, solução de conflitos, intimidade e romance — embora Dave ainda não tenha decifrado o último. Com perspectivas singulares, eles compartilham uma narrativa íntima, às vezes hilariante, outras profundamente comovente, da jornada de um casal para se reconectar com Deus e descobrir a alegria e o poder de um casamento vertical. Contém 256 páginas.

65.           GONDIM, Ricardo. A presença imperceptível de Deus. São Paulo: Editora Doxa, 2012. Um livro muito gostoso em que o Gondim abre o coração para falar sobre os momentos difíceis da sua vida em que ele viu a presença de Deus. Nos detalhes, Deus estava agindo na sua vida. Contém 60 páginas.

66.           ELLUL, Jacques. Cristianismo revolucionário. Brasília: Editora Palavra, 2012. Já é recorrente a crítica à Igreja por sua inércia perante um mundo cujas demandas por paz, justiça e esperança se multiplicam, com as honrosas exceções de praxe, são muitos, de fato, os cristãos que, mesmo diante da admoestação bíblica, se furtam a demonstrar o amor de Jesus perante a sociedade, contudo o filho de Deus tem uma função delegada pelo próprio Cristo, a de ser sal da terra e luz do mundo. E essa missão é decisiva pois dela dependem a vida ou a morte espiritual de muitos. Essa tarefa incomparável não pode ser compreendida pelo mundo, já que as coisas espirituais, conforme as Escrituras, só podem ser discernidas espiritualmente. Contém 123 páginas.

67.           CARDOSO, Amauri e Layla Cardoso. Parceria conjugal. Reflexões cristãs sobre o casamento. Minas Gerais: Editora Ultimato, 2001. A conquista de uma relação de parceira possibilita a satisfação dos desejos e necessidades humanas nem sempre atendidos nos modelos conjugais encontrados em nossa cultura. Sua construção requer dos cônjuges, além do amor em seus múltiplos aspectos, a vontade de crescer, expressa na disposição de desenvolver a própria personalidade, e a coragem, indispensável para enfrentar os obstáculos naturais dessa caminhada que certamente não confere menos do que promete, porém pede mais do que se imagina. Parceria Conjugal tem o propósito de pontuar questões e ideias para a discussão e reflexão entre cônjuges e grupos de casais a respeito de aspectos da policromática realidade-mistério que cerca a vida a dois. Em nenhum momento os autores buscam estabelecer regras ou fórmulas, mas procuram despertar o interesse pelo inegável potencial criativo dos casais. Contém 72 páginas.

68.           LEMAN, Kevin. Transforme sua família em cinco dias. São Paulo: Mundo Cristão, 2019. Repleto de testemunhos inspiradores, informações curiosas e abordagens divertidas, o livro traz um apanhado de conteúdos importantes para todo leitor que deseja ser um agente participativo na restauração de seu lar. No livro, Kevin Leman, psicólogo clínico de fama internacional, aborda diversos temas preciosos para a saúde da família e mostra soluções possíveis para os problemas do dia a dia, tudo por meio de uma proposta fácil e altamente prática. Contém 224 páginas.

69.           NICODEMUS, Augustus. Cristianismo facilitado. São Paulo: Mundo Cristão, 2019. Após a excelente repercussão de suas obras Cristianismo descomplicado e Cristianismo simplificado, Augustus Nicodemus apresenta Cristianismo facilitado, em que o autor prossegue sua jornada de tornar compreensível os principais tópicos da fé cristã e suas aplicações no dia a dia. Seu método é simples, mas não menos eficaz: questionamentos complexos no campo da fé são respondidos de forma leve, objetiva, coloquial e acessível, aproximando a teologia do cristão leigo. Neste terceiro volume, Augustus responde a diversas questões sobre a Trindade; sobre a vida interior, devocional e prática de cada um de nós; sobre relacionamentos familiares, em temas como namoro, casamento e sexualidade; e também sobre a Igreja, abordando a vida eclesiástica e pastoral. Contém 160 páginas.

70.           NOUWEN, Henri. Conversa espiritual. A beleza e a profundidade da espiritualidade cristã explicadas de maneira simples. Brasília: Editora Palavra, 2009. Saiba que o texto que você tem em mãos é uma ótima introdução ao pensamento e à espiritualidade de Nouwen. A descrição das suas lutas, seu olhar mais poético do que teológico, seus insigths sobre a jornada espiritual revelam algumas das razões por que Nouwen tornou-se um dos mais amados mentores espirituais do nosso tempo. Contém 80 páginas.

71.           RUSHDOONY, R. J. Rejeição à humanidade. Brasília: Editora Monergismo, 2018. As maiores ameaças ao cristianismo são as que mais passam despercebidas ao cristão comum: são aquelas que, por terem se mesclado à nossa cosmovisão, tornam-se extremamente difíceis de serem discernidas, pois julgamo-las como verdadeiras. As Escrituras nos advertem: “Se, porém, os teus olhos forem maus, todo o teu corpo estará em trevas” (Mateus 6.29), isto é, o pior tipo de trevas é aquele que pensamos ser luz. Assim, uma das ameaças mais desconsideradas, não obstante sua difusão na visão cristã da vida e do mundo, é a do neoplatonismo. Esse resquício da filosofia grega antiga fundamenta-se num aspecto dualista da realidade: concebe a forma ou espírito (no caso, a mente) como bons e o físico (a carne) como mau. O neoplatonismo é uma filosofia “dialética” que tenta reconciliar dois conceitos essencialmente hostis e mantê-los dentro de seu sistema. Ora, o neoplatonismo apresenta o dilema do homem como sendo de natureza metafísica, ao passo que as Escrituras apregoam que se trata de um problema moral. Pautar o cristianismo nessa falsa ideia neoplatônica inevitavelmente despojará a fé da perspectiva realmente bíblica. As ideias modernas de espiritualidade acabaram transformando-se em uma forma de oposição ao modelo bíblico, no qual o Espírito de Deus atua no mundo e no indivíduo a fim de realizar a vontade de Deus. Muitos cristãos creem que podem escapar do pecado por meio de uma evasão ao mundo material. As Escrituras, porém, dizem que o homem, em sua totalidade, caiu em pecado, e não apenas sua carne. À vista disso, «Rejeição à humanidade» é um olhar perscrutador sobre a natureza e efeitos do neoplatonismo no pensamento cristão contemporâneo, e apresenta soluções biblicamente fundadas para o crente que deseja servir plenamente a Deus. Contém 160 páginas.

72.           LEWIS, C.S. Até que tenhamos rostos. A releitura de um mito. Minas Gerais: Editora Ultimato, 2017. Apontada por muitos como a obra definitiva e mais madura de C. S. Lewis, Até que tenhamos rostos apresenta de maneira brilhante e criativa o mito de Cupido e Psique. Um romance sobre a luta entre o amor sagrado e o amor profano, em uma análise fascinante da inveja, traição, perda, ciúme, conversão e outros dilemas do coração humano. Ao mesmo tempo mais humano e também mais mítico do que a “Trilogia Cósmica”, o livro oferece ao leitor uma história rica, com personagens que “conhecemos” diante de escolhas e dificuldades que também “reconhecemos”. A última obra de ficção de C. S. Lewis nos lembra também da nossa fragilidade e da presença de um poder superior sobre a nossa vida. Contém 257 páginas.

73.           PIPER, John. Uma glória peculiar. Como a Bíblia se revela completamente verdadeira. São Paulo: Editora Fiel, 2019. A Glória de Deus Vista nas Escrituras Deus mesmo providenciou um meio para que todos os povos, indistintamente, conheçam a Bíblia, a Palavra de Deus. Piper tem dedicado sua vida para ensinar que a glória de Deus é o objeto da felicidade da alma. Agora, neste livro, ele ensina que esta mesma glória é a base da certeza da mente. O argumento de Piper é que a glória de Deus brilha por toda sua palavra revelada e é o Espírito de Deus quem ilumina os olhos e os corações, dando entendimento ao ensino das Escrituras que se auto-autenticam e dão certeza à mente e satisfação ao coração. Segurança e alegria se encontram na glória peculiar de Deus que se vê nas Escrituras. Contém 374 páginas.

74.           ALEXANDER, T. Desmond. Do paraíso à terra prometida. Uma introdução aos temas principais do Pentateuco. São Paulo: Vida Nova, 2010. O que liga Abraão a Moisés? Como os cinco primeiros livros da Bíblia se encaixam? Por que há tantos detalhes na descrição do tabernáculo e dos sacrifícios? T. Desmond Alexander trata o Pentateuco como uma composição completa, temática e teológica, cujos temas como santuário, monarquia e terra mantêm coesos seus diferentes livros, apresentando-o como uma unidade. Ainda assim, sua diversidade de tópicos recebe tratamento substancial e perspicaz. Explica sua mensagem como Palavra de Deus para o Israel antigo e para a igreja atual, estabelecendo o fundamento da teologia cristã, de modo que interagir com o Pentateuco proporcionará um entendimento apropriado de toda a Bíblia. Contém 224 páginas.

75.           CRABB, Larry. Em nome do Pai. São Paulo: Mundo Cristão, 2009. "Papá". Era essa a forma de tratamento dirigida ao avô de Larry Crabb em casa. O apelido era tanto uma demonstração de afeto quanto o reconhecimento da sabedoria, do carinho e da autoridade de um homem que sempre demonstrou amor e zelo pela família. Para ele, não havia nada mais importante e prioritário que conviver com aqueles a quem queria tão bem. A partir dessa reminiscência, Crabb desenvolveu a oração PAPA, uma abordagem muito interessante e original do relacionamento entre Deus e seus filhos, baseada em quatro atitudes. Descubra como desenvolver a intimidade com Deus, alcançando um nível de comunhão nunca antes imaginado. O livro é um convite a todos que desejam voltar à posição privilegiada para a qual o Criador os destinou e devolver à oração seu propósito mais elevado. Contém 190 páginas.

76.           POYTHRESS, Vern. Senhorio de Cristo. Brasília: Editora Monergismo, 2019. Jesus Cristo não era apenas um ser humano. Ele não era apenas um famoso mestre religioso. Jesus Cristo é o Senhor de todas as coisas. Essa reivindicação radical da Bíblia tem profundas implicações para todas as áreas da vida — para todas as pessoas e todas as facetas da sociedade. Baseando-se em textos bíblicos-chave, Poythress explora o que o reconhecimento da autoridade de Cristo significa para a forma como devemos pensar e agir. Analisando como essa autoridade afeta esferas da vida tais como a religião, política, ciência, artes, educação e o futuro, Poythress nos ajuda a buscar a obediência a Cristo como uma expressão de nossa gratidão e devoção — e de nossa expectativa da alegria prometida quando o servimos de todo o nosso coração. Contém 250 páginas.

77.           PONDÉ, Luiz Felipe. Guia politicamente incorreto da filosofia. Rio de Janeiro: Editora Leya, 2012. Em 'O Guia Politicamente Incorreto da Filosofia', Luiz Felipe Pondé busca desbravar a história do politicamente correto, através do pensamento de grandes filósofos, como Nietzsche, Darwin, o escritor Nelson Rodrigues, entre outros. Dividido por temas, a obra se baseia em conceitos defendidos por grandes filósofos do mundo inteiro para abordar assuntos como capitalismo, religião, mulheres, instintos humanos, preconceito, felicidade e covardia. Contém 230 páginas.

78.            MAXWELL, John C. Até onde você vai? Rio de Janeiro: Thomas Nelson, 2014. As atitudes falam mais sobre a pessoa do que as palavras. Elas revelam o que está na alma. São capazes de moldar relacionamentos e a forma como se encara a vida. Por vezes, elas são a única diferença entre o sucesso e o fracasso ou a transformação do problema em bênção. Maxwell ajudará os leitores a confrontar suas atitudes diante dos desafios pessoais e profissionais. Reconhecido mundialmente como um dos principais especialistas em liderança, ele lembra que, assim como o avião tem no indicador de atitude um instrumento fundamental para guiar o piloto, nossas disposições devem estar sempre sob vigilância constante. Aceite o convite para esse voo. Estabeleça atitudes que conduzirão você até o caminho mais alto e excelente. Deus garante, por meio das Escrituras Sagradas, que você jamais voará sozinho. Contém 176 páginas.

79.            DOOYEWEERD, Herman. No crepúsculo do pensamento Ocidental. Brasília: Editora Monergismo, 2018. Organizado a partir de uma série de conferências proferidas nos Estados Unidos e no Canadá em 1958, Dooyeweerd aborda neste livro alguns dos temas centrais de sua obra: a pretensa autonomia do pensamento filosófico, o historicismo e o sentido da história, a distinção entre filosofia e teologia, e uma antropologia radicalmente bíblica. Em tudo isso, salta aos olhos, nas palavras de Rousas Rushdoony, “a insistência [de Dooyeweerd] em que só a filosofia verdadeiramente cristã pode ser crítica e que a filosofia não cristã é inevitavelmente dogmática”. Ao chamar a atenção para os compromissos pré- e suprateóricos, o autor apresenta uma espécie de catálogo dos motivos básicos apóstatas dominantes: o motivo grego forma-matéria, o motivo escolástico natureza-graça e o motivo humanista natureza-liberdade. Em seguida contrasta-os com o motivo bíblico radical criação-queda-redenção e, com este conceito, empreende uma reforma do pensamento. Contém 275 páginas.

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