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Leituras em maio de 2019


1.   TRIPP, Paul. Desafio aos pais. Os 14 princípios do evangelho que podem transformar radicalmente sua família.  São Paulo: Cultura Cristã, 2018. Paul Tripp sempre nos faz voltar ao poder vivificador do evangelho e da infalível graça de Deus. Criar filhos é um de nossos maiores desafios na vida e Paul nos direciona à única coisa que pode fazer a diferença: um encontro genuíno com o Deus vivo. Contém 176 páginas.

2.  PORTE, Wilson Jr. Unidos pela cruz. A mensagem de Efésios para a igreja de hoje. São Paulo: Vida Nova, 2017. É urgente conhecermos a obra de Cristo na cruz. É urgente também que a igreja de hoje conheça a mensagem da cruz. Só ela é capaz de nos unir em torno daquilo que é central em nossa fé fazendo que nossa luz brilhe diante dos homens. A Bíblia diz que a igreja, o povo da cruz, é a luz deste mundo, tal como uma cidade sobre um monte, com povoados em trevas à sua volta. Mas, olhando para a igreja de hoje, a impressão que se tem é que a luz tem se apagado. O que fazer para que a igreja de Cristo volte a brilhar? O que fazer para que ela não se fracione cada dia mais, não se esconda em guetos e becos, nem se envergonhe, mas suba no mais alto monte a fim de que todos vejam o poder de Deus?  Sem a busca pela verdade do evangelho da cruz, a luz do povo da cruz continuará a se apagar até que as trevas triunfem sobre o mundo. Em Unidos pela cruz, Wilson Porte Jr. nos convida a essa reflexão, partindo da mensagem de Paulo aos cristãos em Éfeso. Que a antiga e rude cruz nos una para a glória de Deus e nossa alegria. Contém 342 páginas.

3.  MILLER. Donald. A difícil arte de ser você mesmo. Será que podemos confiar que as pessoas nos amam como realmente somos? São Paulo: Mundo Cristão, 2019. Escritor consagrado e aclamado pelo público e pela crítica, Donald Miller adotava um estilo de vida marcado pela introspecção e pelo distanciamento das pessoas à sua volta. A dificuldade de relacionar-se exigia a adoção de diferentes posturas, na tentativa de agradar os interlocutores. Os relacionamentos com o sexo oposto, especialmente, sempre causavam sofrimento e constantes decepções. Nada era mais difícil para ele do que ser autêntico. Mas um novo amor em sua vida acaba se tornando a razão para mudar seu jeito de ser. Escrito com sinceridade intelectual e absoluta transparência, A difícil arte de ser você mesmo oferece os riscos e os benefícios de buscar relacionamentos saudáveis. É uma história real sobre como tirar a máscara e enfrentar inseguranças e sentimentos de culpa que nos afastam de experimentar a liberdade de ser quem de fato somos. Contém 208 páginas. 

4.  CAMPO. Josué. Pastorear, liderar, administrar. Como ser um servo dos servos de Cristo. Rio de Janeiro: Editora Betel, 2018. A verdadeira Administração Eclesiástica é o exercício da misericórdia, é a defesa da verdade, é a apologia da fé e do amor. É evidente, portanto, que a administração eclesiástica só existe nas mãos dos administradores cristãos. Em seu livro, que podemos considerar como um Manual de Estudos, o autor nos conduz ao lado de dentro da administração. Como quem contempla as engrenagens de um relógio, você verá expostas as rotinas da igreja. Porém, esta obra não se limita a fazer com que você veja a igreja como uma máquina, mas sim como corpo de Cristo. Durante a leitura, permita que Deus trabalhe em seu coração. Agindo assim, é possível que você venha a ser constrangido pelo Seu amor a confessar determinadas falhas e erros. Quando isto vir a acontecer, ajoelhe-se diante de nosso Senhor, pedindo graça e misericórdia. Isso é importante, pois o administrador forma-se através do estudo, mas a cristandade somente através da oração. Quem sabe, ao final de tudo, estejamos um pouco mais perto do ideal de servo, pois, afinal, administrar é servir! Contém 229 páginas.

5.  DULCI, Pedro. Fé cristã e ação política. A relevância pública da espiritualidade cristã. Minas Gerais: Ultimato, 2018. Entender como acontece essa relação é a principal contribuição do livro. Com prefácio de James K. A. Smith a obra apresenta as mais recentes contribuições para a participação e presença pública dos cristãos, e aponta para a militância política centrada no discipulado. O que os pensadores do passado e também do presente sugerem e quais as possibilidades de atuação da igreja local para o bem público da sociedade? Dizer que “Igreja” e “Estado” são espaços independentes e regidos por leis próprias não é o mesmo que dizer que a religião se limita aos templos, ao domingo e aos cristãos, nem que a esfera política é restrita aos partidos, à Câmara Municipal ou à Assembleia Legislativa. Para Pedro Dulci, as instituições sociais são “incubadoras de virtudes”: elas nos mostram o poder político da família, da escola, da empresa e, acima de tudo, da igreja. E, mais do que ocupar determinado espaço, a presença pública cristã diz respeito às nossas ações, diante de Deus, em tudo o que fazemos para o bem comum e o florescimento do ser humano. Contém 204 páginas. 

6. VANHOOZER, Kevin. A Trindade, as Escrituras e a função do teólogo. Contribuições para uma teologia evangélica. São Paulo: Vida Nova, 2016. A doutrina de Deus tem alguma relevância para a adoração e o cotidiano da igreja? Como a igreja evangélica deve reavaliar o que pensa a respeito de Deus? De que forma as Sagradas Escrituras podem nos ajudar nessa questão? Qual é a importância delas para nossa formulação doutrinária? Kevin Vanhoozer apresenta uma análise dessas questões com uma abordagem trinitária. Propõe que o Deus trino e uno deve ser o paradigma para pensarmos a respeito de Deus, das Escrituras e da função pastoral-teológica. O autor coloca a Trindade no centro da discussão teológica. É a respeito desse Deus trino e uno que teólogos devem falar bem, ajudando os discípulos a se tornar uma ilustração viva do reino de Deus. Neste livro, Vanhoozer relembra que a ortodoxia é fundamental para a ortopraxia. Sem doutrinas corretas, jamais teremos práticas corretas e agradáveis ao Senhor. Contém 128 páginas.

7.  MCMANUS, Erwin. Uma força em movimento. A espiritualidade que transforma a cultura. São Paulo: Editora Garimpo, 2013. O autor sugere uma nova arquitetura cultural, cujos componentes estruturais podem (e devem) ser encontrados em um cristianismo contextualizado, que mantém seus valores, mas continua sensível aos movimentos da comunidade, do povo, do tempo e das circunstâncias que o cercam. Uma força em movimento mostra o poder de uma espiritualidade que transforma a história humana de dentro para fora à medida que se envolve com a cultura em todos os níveis – pessoal, comunitário, étnico, nacional e universal. Contém 256 páginas.

8. GLADEN, Steve. Liderança de pequenos grupos com propósitos. São Paulo: Editora Vida, 2019. Liderança de pequenos grupos com propósitos é um livro sobre pequenos grupos que você precisa fazer chegar às mãos de cada líder de pequeno grupo de sua igreja. Bíblica, baseada nos propósitos de Deus e focada, esta obra é recheada de conselhos verdadeiros sobre a praticidade de liderar um pequeno grupo. Depois de quase trinta anos de ministério, Steve Gladen oferece aos líderes a informação de que necessitam não apenas para liderar pequenos grupos, mas também para capacitar seus participantes a transformarem-se em pessoas maduras e saudáveis. Você quer uma igreja mais saudável? Organize pequenos grupos saudáveis. Contém 268 páginas.

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