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A brevidade da vida

Há um livro bem joia de Sêneca Sobre a brevidade da vida. Ele disse: Não temos exatamente uma vida curta, mas desperdiçamos uma grande parte dela. A vida se bem empregada, é suficientemente longa e nos foi dada com muita generosidade para a realização de importantes tarefas. 
Meditando no livro de Jó 8.9 temos essas palavras: Porque nós somos de ontem, e nada sabemos; porquanto nossos dias sobre a terra são como a sombra. Essa é uma palavra dura porque sempre pensamos no amanhã como sendo algo normal. Na fala de Bildade, percebemos o quanto somos frágeis, finitos e incapazes de decidir algo sobre o amanhã. Somos finitos em termos de permanência humana. E isso mostra cada vez mais a necessidade do Deus Eterno no controle total da vida sempre. 
Somos bem finitos mesmo, por isso, precisamos valorizar essa vida diante de Deus e fazer o que deve ser feito: amar, servir, viver e honrar Deus em todos os momentos. Não sabemos absolutamente nada em termos de futuro. Não sabemos quanto tempo viveremos. Essa vida voa, como nos ensina Tiago, quando ele afirma: Vós não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois, apenas, como neblina que aparece por instante e logo se dissipa. Em vez disso, devíeis dizer: Se o Senhor quiser, não só viveremos, como também faremos isto ou aquilo. 
Podemos desperdiçar momentos marcantes na vida com aqueles que são próximos de nós e que cuidam da nossa vida. Somos breves nessa terra e precisamos depender de Deus para tudo. Essa fala de Bildade é séria mesmo. Não brinquemos com o hoje, valorizemos cada palavra, cada ato, cada oportunidade e momentos. Porque a nossa vida é cheia de brevidade! (Alcindo Almeida).

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