Leituras em abril de 2017


1.   GROESCHEL, Craig e Amy. Até que a morte nos separe. São Paulo: Vida, 2016. Todo mundo sonha com um casamento de conto de fadas — a esposa perfeita, a casa perfeita e a família perfeita. Mas a realidade nos adverte que essas expectativas não duram muito. Muitas pesquisas indicam que perto de 50% dos casamentos não duram. Com essas estimativas, será possível ter ao menos um casamento bom — desconsiderando um casamento excelente? O autor best-seller do New York Times e pastor Craig Groeschel insiste que é possível, mas não será se você pensar como todo mundo. Craig e sua esposa, Amy, apresentam a casais solteiros e casados como vencer as estimativas e descobrir a alegria, a paixão e a força de um casamento edificado por Deus. Contém 147 páginas.

2.   OLIVEIRA, Manfredo Araujo. Correntes fundamentais da ética contemporânea. Rio de Janeiro: Vozes, 2014. Os ensaios deste livro, escritos por diversos filósofos contemporâneos, apontam, de forma didática, os diversos caminhos da reflexão ética no mundo atual. A necessidade imperiosa da filosofia vem do fato de que nós, seres humanos, somos, hoje, mais do que nunca interpelados a considerar o que vivemos e a intervir na ordem das coisas, sob pena de, caso contrário, não nos reconhecermos mais nem no mundo, nem nas formas da vida societária; sob pena de rumarmos para aquele ponto onde a ausência de sentido sempre dá lugar a atos brutais de negação da existência e da vida enquanto tal; e sob pena de que a futuras gerações não nos perdoarão pela vida que não puderam ter: este o verdadeiro juízo da história. Pode, no entanto, a filosofia ainda contribuir significativamente para uma reflexão sobre o sentido da existência humana, sobre os princípios de nossas ações e sobre quais formas de organização da vida coletiva satisfaz critérios mínimos de justiça social? Em que medida ela pode se contrapor ao desenvolvimento efetivo da realidade? Com que vigor argumentativo pode ele justificar e legitimar suas posições éticas diante de um público que se caracteriza, sobretudo, pela postura cética, relativista e pluralista? Contém 255 páginas.

3.   BRUNET, Tiago. 12 dias para atualizar sua vida. São Paulo: Vida, 2017. Neste livro, Tiago Brunet explora 12 chaves que vão atualizar a sua vida e também prover profundas reflexões sobre uma liderança que faça diferença e que está ao seu alcance. Traçando instigantes metáforas entre o nosso dia a dia e a atualização do sistema operacional de um smartphone, o autor nos mostra que para baixarmos novos aplicativos (habilidades) em nosso sistema (mente) devemos ter bateria suficiente (inteligência emocional), espaço na memória (apagar o velho e dar espaço ao novo) e estar conectado a uma boa rede de dados (rede infinita de conhecimento e informações — a sabedoria). Contém 227 páginas.

4.   TOLSTÓI, Liev. Uma confissão. São Paulo: Mundo Cristão, 2017. O livro registra a intensa crise de fé de Tolstói quando, em 1879, já tendo escrito duas das mais aclamadas obras da literatura universal, Guerra e Paz e Anna Kariênina, se questiona sobre o sentido da vida e é confrontado com sentimentos suicidas. No livro, Tolstói narra a sua busca por respostas às questões mais centrais da existência, a redescoberta da fé e o despertar espiritual que viveu. Fugindo da dogmática ortodoxa e da rigidez legalista, o aclamado autor percebe a grandeza da fé na vida de pessoas simples. O registro fornece valiosos insights sobre a experiência humana da dúvida, do desespero e da falta de fé. Com o intuito de oferecer mais informações aos nossos leitores sobre a novidade, conversamos com Daniel Faria, editor da Mundo Cristão. Na entrevista, Daniel compartilha curiosidades sobre o contexto histórico da obra, fala da relevância de Uma Confissão para os leitores de nossos dias e expõe detalhes que fazem desse lançamento uma publicação especial. Contém 128 páginas.
5.   KELLER, Timothy. Ego transformado. São Paulo: Vida Nova, 2014. Quais são as marcas de um coração sobrenaturalmente transformado? Essa é uma das questões sobre as quais o apóstolo Paulo trata quando escreve à igreja de Corinto. O interesse real dele não é algum tipo de reparo ou remendo; antes, uma mudança profunda, capaz de transformar a existência. Numa era em que agradar as pessoas, insuflar o ego e montar o curriculum vitae são vistos como os meios para “chegar lá”, o apóstolo nos chama a encontrar o verdadeiro descanso na bênção que é nos esquecermos de nós mesmos. Neste livro breve e contundente, Timothy Keller mostra que a humildade que brota do evangelho torna possível pararmos de vincular cada experiência e cada conversa com a nossa história e com quem somos. E assim podemos ficar libertos da autocondenação. Quem é realmente humilde segundo o evangelho não se odeia, mas também não se ama é, antes, alguém que esquece de si mesmo. Você também pode conquistar essa liberdade. Contém 48 páginas.



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