A fonte divina

O deserto é uma figura bem presente no Velho Testamento. Sempre aparece a ideia de que no meio do deserto há um oásis, um poço que podemos tirar água. A figura é que no meio da sequidão sempre há um manancial divino para o coração. O texto de Isaías 35:6b afirma: Águas irromperão no ermo e riachos no deserto. A experiência do deserto é parte na nossa vida. Nós passamos por diversos desertos da vida: lutas em casa com o casamento; com os filhos que têm seus conflitos e limitações; os problemas de saúde na família; o desemprego; o namoro que acabou. A menina que descobre que está com um tumor e só tem 20 anos de idade. Enfim, são muitos os desertos da vida que atravessamos! As palavras do profeta Isaías são marcantes para a nossa alma. No meio dos desertos existenciais da alma, no meio da sequidão Deus manda para nós torrentes que alimentam o nosso coração. No meio de toda dor, solidão e tribulações, Deus manda um manancial de águas para trazer alívio e matar nossa sede. Na presença dele tem satisfação, tem água divina, tem fonte de espiritualidade para alimentar nosso coração. No meio dos desertos da vida, saibamos que a fonte divina virá para alimentar a nossa alma e trazer o alivio necessário. Como diz o profeta Isaías no capítulo 43:20: Os animais do campo me honrarão, os chacais, e os avestruzes; porque porei águas no deserto, e rios no ermo, para dar de beber ao meu povo, ao meu eleito. Que a graça do Eterno seja sobre nós para descansarmos nele no meio dos desertos! (Alcindo Almeida).

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