1. CHAPMAN, Gary. O amor como estilo de vida. São Paulo: Mundo Cristão, 2014. Gary nos apresenta
as sete características das pessoas capazes de amar: gentileza, paciência,
capacidade de perdoar, cortesia, humildade, generosidade e honestidade. Ele
mostra como desenvolver cada um desses traços, que promovem companheirismo,
cumplicidade e alegria, até que se incorporem à nossa personalidade e se tornem
um estilo de vida. Pequenas mudanças de atitude podem tornar os relacionamentos
mais gratificantes e contribuir para um mundo melhor. Descubra o poder de amar
o próximo, supere emoções negativas e alcance a satisfação em todas as áreas da
vida. Contém 255 páginas.
2. GRÜN, Anselm. Oração e autoconhecimento.
Rio de Janeiro: Vozes, 2011. O livro mostra a oração como uma fonte de
autoconhecimento. O autor considera a atitude de falar com Deus e voltar o
coração para Deus impele quem ora a voltar-se para si mesmo e ocupar-se em
primeiro lugar com o próprio coração.
Contém 80 páginas.
3. SANDE, Ken. O pacificador – como solucionar
conflitos. Rio de Janeiro: CPAD, 2011. Quem são os pacificadores? Quais
suas características? Os pacificadores são pessoas que inspiram graça. Eles
recorrem, continuamente, à bondade e ao poder de Jesus Cristo, e então trazem o
seu amor, misericórdia, perdão, força e sabedoria aos conflitos da vida diária.
Deus se alegra em inspirar a Sua graça por meio dos pacificadores, e usa-os
para dissipar a ira, aprimorar o entendimento, promover justiça, e encorajar o
arrependimento a reconciliação. Contém 334 páginas.
4. ALVES, Ruben. Por uma teologia da libertação. São Paulo: Fonte Editorial,
2012. Ruben
Alves entende que o homem tem uma visão de Deus ofuscada por ser humana. Ele
não consegue fazer uma leitura real e profunda, porque ele 'e limitada em si
mesma. Como diz o colega teólogo Carlos Caldas: "A linguagem racional
moderna, seja liberal ou fundamentalista, não dá conta de falar de Deus. É por
isso que eu digo que Ruben Alves não era nem liberal e nem fundamentalista,
porque liberalismo e fundamentalismo são ambos filhos da modernidade
racionalista, que o RA percebeu ser incapaz de falar de Deus". Confesso
que fiquei fascinado com a leitura do livro. Contém 319
páginas.
5. STEINHARDT, Nicolae. O diário da felicidade. São Paulo: É Realizações, 2009. 'O Diário da Felicidade', do monge
ortodoxo romeno Nicolae Steinhardt, reúne vários gêneros literários. O momento
central do livro é a conversão de Steinhardt, judeu de nascimento, ao
cristianismo ortodoxo, através do batismo, realizado numa cela fétida e em
condições precárias das muitas prisões que o regime comunista impõe aos que com
ele não concordam. Desse momento central, em flashes que vão ora para o futuro,
ora para o passado, o autor faz retratos psicológicos de pessoas, interpreta
passagens bíblicas, analisa trechos da literatura ocidental, passa em revista
as condições para ser cristão, concluindo que a principal delas é a coragem,
mostra as consequências físicas e morais das ações que o comunismo cometeu. Contém
533 páginas.
6. EMLET,
Michael. Conversa cruzada. São
Paulo: Cultura Cristã, 2015.
Este livro pode ajudá-lo a ler a Bíblia e a “ler” as pessoas de maneira a
promover o uso da Escritura centrado no evangelho e pessoalmente relevante na
ministração a outros. Ele descreve uma maneira de usar as Escrituras para
ajudar as pessoas a crescerem mais plenamente no amor a Deus e aos outros em
meio às complexidades enfrentadas por elas na vida diária. Contém
192 páginas.

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