Dia da amizade

Há uma música de Oswaldo Montenegro chamada Velhos amigos. Gosto demais dela e algumas partes chamo a atenção: Velhos amigos vão sempre se encontrar, seja onde for, seja em qualquer lugar. Isso é verdade, curto demais quando atravesso a cidade e tenho condições de tomar um vinho com os amigos da alma. Curto quando a equipe da nossa igreja senta para trocar ideias, curto os novos amigos da Lapa, da IPAlpha e de Pirituba. Curto quando bato um papo sobre a vida, coração, sonhos e lutas da caminhada. Velhos amigos vão sempre se encontrar, para dividir o coração e a alma. Velhos amigos vão sempre se encontrar, para dar um abraço e saber que as pessoas são importantes, são valiosas e necessárias na construção da nossa história. Velhos amigos vão sempre se encontrar, por isso, curto demais a amizade. E finalizo essa pequena reflexão citando uma parte do meu livro sobre amizade: A amizade ilumina o nosso ser para que vivamos na presença de Deus de maneira sadia. A amizade de um amigo nos fortalece e nos ajuda a enfrentar os conflitos mais profundos da nossa alma (A amizade da alma - Fidelidade na mentoria da vida. Rio de Janeiro: Editora Habacuc, 2011). Feliz dia do amigo para todos!

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