A CRUZ E A GRANDEZA

"Discípulos banhados, mas não crucificados, são uma tragédia. O batismo que Jesus se referia era o da cruz e não o da piscina. Sem a morte do ego não é possível restaurar a glória de Deus no viver diário de cada cristão. A questão da grandeza tem que passar pelo portal do Calvário. Só os homens crucificados podem desprezar os farelos da glória humana. A história da Igreja cristã tem demonstrado que aqueles que foram tratados pela cruz, trataram de fugir do palco fascinante das exibições de poder e glória. Não se encontram empoleirados na galeria da fama os homens e mulheres assinalados com as cicatrizes da cruz. Não há conciliação: ou a cruz remove as ambições de grandeza, ou os notáveis e poderosos removem a cruz de suas vidas e de suas pregações. Entretanto, não há outra forma de viver esta vida cristã a não ser mediante uma contínua morte para o eu, através dos efeitos permanentes de Cristo crucificado" (Glenio F. Paranaguá).

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