Rio + 20 & Mandato cultural

Pensando no mandato cultural.

Esse mandato que tem a ver com essa Conferência das Nações. Esse mandato é aquele pelo qual o homem ficou responsável para tomar conta do mundo, do cosmos. Esta ideia está intrínseca em Gênesis 1.26 quando diz que o homem deveria dominar sobre os peixes do mar, as aves dos céus, os animais domésticos, sobre toda a terra e sobre todos os répteis que rastejassem sobre a terra. Portanto, como o vice-gerente do pacto ele tinha esse dever de gerenciar, preservar, cuidar da criação de Deus. Num certo sentido o homem é o mediador entre o criador e o cosmos. Então Deus outorgou esse mandato cultural ao homem, ou seja, a responsabilidade de cuidar da criação. É Adão quem nomeia os nomes dos seres vivos (Gn. 2.20).
Adão quem deveria trabalhar no jardim, para cultivá-lo e guardá-lo (Gn. 2.15). Vejam que Deus preparou o homem para esse fim para que tudo corresse de forma correta na terra, com ordem, com organização.
Como nós hoje podemos valorizar esse mandato cultural? Creio que também da mesma forma que os patriarcas e os homens de Deus fizeram. Tanto na relação com o homem (educação, comércio, artes, aplicação das leis, como na própria relação com a criação). Vejam como eu e vocês temos pecado neste sentido:
 
• Só um simples jogar de lixo na rua, eu já afetei o pacto, ou o mandato cultural, em outras palavras, eu pequei diante de Deus, porque quebrei o mandato cultural, o qual exige que eu preserve a criação de Deus;

• Uma falta de zelo pelo ambiente em que vivemos, já afetamos o pacto. Enfim, eu e vocês fazemos muitas coisas que afetam o pacto de Deus que ele fez conosco. Creio que devemos observar os nossos passos e verificar o que podemos fazer para melhorar esse mandato cultural individual e coletivo. Essa é uma semana bem oportuna para refletirmos sobre o assunto
 
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Alcindo Almeida.

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