Leituras de dezembro 2010

SCHAEFFER, Francis A. Morte na cidade. São Paulo: Cep, 2003. A mensagem à cultura e à igreja que deram as costas a Deus. Qual deveria ser nossa perspectiva como indivíduos, como instituições, como cristãos ortodoxos, como aqueles que alegam acreditar na Bíblia? Como devemos olhar para este mundo pós-cristão e nos comportar como cristãos nele? Este livro tentará responder a essas perguntas. Ele iniciará declarando uma posição relativa à necessidade básica da igreja ortodoxa em nosso mundo pós-cristão, e depois considerará esta proposição no contexto bíblico dos livros de Romanos, Lamentações e Jeremias. Durante todo o tempo nós olharemos para a situação que enfrentamos o mundo moderno e a perspectiva que devemos ter como cristãos neste mundo. Contém 112 páginas.
 
HOUSTON, James M. Mente em chamas - Fé para o cético e indiferente. Brasília: Editora Palavra, 2009. Blaise Pascal (1623-1662) alcançou reconhecimento como renomado matemático, físico e um homem segundo o coração de Deus. Ao chegar à vanguarda da geometria e da física, ele concentrou suas consideráveis habilidades analíticas no estudo da religião ou, como ele mesmo afirmou, para contemplar a grandeza e a miséria do homem. Sua clássica defesa do Cristianismo Pensées (Pensamentos) persuadiu muitos céticos em sua época e é um dos clássicos universais da literatura. Em Mente em Chamas, o Dr. James Houston da séria Clássicos da Espiritualidade Cristã, organizou as reflexões de Pascal (Pensées- Pensamentos) em uma progressão lógica de pensamento, fazendo uma seleção do que considerou a essência da obra, que os leitores contemporâneos podem desfrutar neste livro. Descrita como uma obra-prima da erudição teológica, este livro também inclui seleções de outro trabalho de Pascal, Letters to a provincial (Cartas provinciais), bem como uma descrição feita por ele mesmo de sua experiência de conversão. Contém 362 páginas.

YANCEY, Philip. Ilusões da fé. Rio de Janeiro: Danprewan, 2010. Por que Deus permite o sofrimento? “Se Ele faz diferença em nossas vidas, por que há tantos cristãos falsos?”; “Se o Senhor sempre perdoa, por que me sinto culpado?” Questionamentos acerca da existência de Deus e de seu poder de transformação são comuns a muitas pessoas. Porém, não imaginamos que também façam parte da vida de inúmeros cristãos. Ilusões da Fé responderá algumas das perguntas mais freqüentes, e conduzirá o leitor a um conhecimento mais profundo do Cristianismo e do modo como ele opera. Através deste livro, você terá respostas reais e diretas, permeadas de esperança, para os questionamentos mais comuns entre os cristãos. Entenderá, ainda, que o Evangelho não apresenta soluções fáceis e imediatas, mas, ao contrário, oferece um caminho árduo, porém, transformador do ser humano. Leia Ilusões da Fé e descubra que as suas dúvidas podem abrir portas para um encontro real com Deus. Contém 182 páginas.

LEWIS, C.S. Um ano com C. S. Lewis. Leituras diárias de suas obras clássicas. Minas Gerais: Ultimato, 2005. Rio de Janeiro. Estas meditações diárias foram cuidadosamente selecionadas dos clássicos da autoria de Lewis: Cristianismo Puro e Simples, Cartas de Um Diabo a seu Aprendiz, O Grande Abismo, O Problema do Sofrimento e Milagres, entre outros. Ao longo deste elegante devocionário, o leitor encontrará pequenos comentários sobre a vida do autor, que mostram o contexto em que ele escreveu. A cada dia, percorremos um caminho de descobertas com um amigo ao nosso lado. Um Ano com C. S. Lewis é a companhia perfeita para todo aquele que aprecia os escritos daquele que é, talvez, o mais conhecido defensor da fé cristã. “O leitor que lê pela primeira vez um escrito de C.S. Lewis tem a agradável surpresa de descobrir a criatividade de um homem que tinha o dom extraordinário para tratar temas cristãos profundos com simplicidade e perspicácia. E não consegue deixar de perguntar: ‘Por que eu não pensei nisso antes?” (Russell Shedd). Contém 408 páginas.

SCHAEFFER, Francis. A Arte e a Bíblia. Minas Gerais: Ultimato, 2010. Para Francis Schaeffer, o cristão deve usar as artes para glorificar a Deus, não simplesmente como propaganda evangelística, mas como algo belo para a glória de Deus. Contém 8 páginas.
 

STOTT, John. A cruz de Cristo. São Paulo: Vida, 2000. O símbolo universal da fé cristã não é a manjedoura, mas a cruz. Mesmo assim, muitos cristãos não entendem o significado da cruz nem o motivo por que Cristo precisou morrer. O teólogo John Stott apresenta respostas a questões inquietantes ao analisar: a cruz como o próprio Senhor Jesus a entendia, à luz dos Evangelhos; a profundidade da expressão "Cristo em nosso lugar"; o feito realizado pela cruz; o que significa viver submetido à cruz de Cristo. Stott deixa claro que após essa compreensão, o homem sente a necessidade de ter um relacionamento íntimo com Deus marcado pela adoração. Considerada um clássico moderno, esta obra combina exposição bíblica excelente, estudo criterioso da fé cristã e o chamado urgente para uma vida ao pé da cruz. Contém 360 páginas.

GONÇALVES, Josué & Joubert Raphaelian. O triunfo do amor. São Paulo: Editora Mensagem para Todos, 2010. O cruzeiro marítimo num bonito veleiro tinha como propósito fornecer as condições ideais para que participassem de um clima propício, para recompor seus matrimônios carentes de soluções. Entretanto o destino tinha outra pretensão e o que poderia ser uma tragédia transformou-se numa estada terapêutica. Este livro é um convite para uma viagem que trará revelações impressionantes de verdades que poderão determinar grandes mudanças na vida conjugal. Os autores tratam do assunto em meio a aventuras marítimas, naufrágio e convivência numa ilha paradisíaca. Contém 160 páginas.

BELL, Rob. Repintando a igreja - Uma visão contemporânea. São Paulo: Vida, 2010. Já parou para pensar que fazemos parte de uma corrente histórica e mundial de pessoas que crêem que Deus não nos abandonou, mas está envolvido em nossa história desde o início? Em Jesus, Deus habitou entre nós de maneira singular e poderosa, mostrando-nos um novo tipo de vida. Uma nova perspectiva sobre o mundo em que vivemos. Como parte dessa tradição, Rob Bell expressa a necessidade que temos de “continuar pintando, continuar reformando” a história da igreja e da cristandade. Não apenas produzindo mudanças plásticas e superficiais, como melhor iluminação e música, mas reafirmando convicções acerca de Deus, de Jesus, da Bíblia, da salvação e do futuro. O leitor é convidado a ver o quadro da Igreja cristã que cada pessoa, em seu tempo e espaço, está pintando. Ainda há mais pela frente! Ainda não terminamos de pintar este quadro! Como fizeram os primeiros cristãos, também devemos buscar o entendimento do alto para esta nossa realidade: pareceu bem ao Espírito Santo e a nós! Precisamos continuar reformando a maneira de definir a fé cristã, a maneira de vivê-la e explicá-la” — ROB BELL. Contém 200 páginas.

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