Aliança evangélica brasileira

Movimento pretende ser a voz das igrejas evangélicas para sociedade. Aliança procura aprender com os erros do passado para não ter o mesmo futuro da Associação Evangélica Brasileira (AEVB). Nessa terça-feira, 30 de novembro, na Catedral Metodista de São Paulo, aconteceu o lançamento da Aliança Cristã Evangélica do Brasil (Aceb).
Com intuito de unificar a Igreja brasileira, a aliança procura aprender com os erros do passado para não ter o mesmo futuro da Associação Evangélica Brasileira (Aevb). Valdir Steuernagel, pastor luterano, foi quem surgiu com a idéia do novo projeto e facilitou a comunicação. Juntamente com a missionária Durvalina Bezerra, o bispo Walter Mcalister e o pastor Fabrício Cunha, formam a diretoria da nova aliança. O evento tinha o intuito não só de lançar a Aceb, mas também de apresentar suas propostas a pastores e líderes.
Cerca de 70 pessoas de diferentes denominações se reuniram para entender o novo projeto. Com início às 9h, o lançamento contou com palestras a fim de informar e sanar dúvidas dos presentes. Pelo histórico da Aevb, muitos agiram com desconfiança diante das novas propostas. O pastor Valdir explica que os erros do passado servem como aprendizado e não devem ser repetidos. "Nossa intenção não é refazer, nem repor, mas sim responder às necessidades da nova geração", afirma.
Sobre a representatividade de todas as igrejas evangélicas do Brasil, o pastor Fabrício Cunha foi categórico, "quem representa todo mundo, não representa ninguém". A intenção é de unir as congregações com o mesmo objetivo, que aceitem se colocar nas regras da carta de princípios.
Quando questionados sobre a maior dificuldade que enfrentarão no projeto, todos concordaram: "nós mesmos".
O movimento ficou em gestação por cerca de um ano e meio e foi fundado oficialmente no dia 30. Os representantes perecem otimistas e destacam a importância de um desenvolvimento lento, para que seja funcional.

Comentários

tito disse…
tito disse...

Estamos sem um porta-voz.Líderes denominacionais inescrupulosos é que estão falando em nome dos evangélicos.Alianças políticas com políticos 'fichas sujas',negociatas e fraudes.Essa Aliança Evangélica que nasceu,conheço alguns dos seus fundadores,são egressos da antiga AEVB,falecida sem direito a um funeral.Não conheço os objetivos da Aliança Evangélica,mas fico com o pé atrás e o outro tb .Vamos ver no que vai dar esse ninho de teólogos já conhecidos.
tito from brasília.
tito disse…
Quem viver verá! Lembra-se da AEVB?
Morreu sem deixar saudades,e sem um funeral decente.Os mesmos de ontem estão de volta com um novo nome e uma proposta tímida - vamos indo devagar quase parando,e os cristãos-evangélicos continuam sendo representados pela CNBB e outros Mala-faias e Macedos boys.
From Brasília do Tito.
tito disse…
" O movimento ficou em gestação por cerca de um ano e meio e foi fundado oficialmente no dia 30. Os representantes perecem otimistas e destacam a importância de um desenvolvimento lento, para que seja funcional".(do Blog do Alcindo)
Desenvolvimento lento,e daí? Lento, bem lento,já começou como a AEVB,lento até a morte.Pago pra ver isso funcionar.Os fundadores da Aliança são os mesmos da AEVB,pago pra ver,tá? Então tá.
tito from brasília.

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