Leituras no mês de março de 2010


1. LUCADO, Max. 365 Bênçãos - Textos bíblicos comentados para inspirar sua vida. Rio de Janeiro: Thomas Nelson, 2007. O Estilo despojado, a capacidade de emocionar e os comentários cheios de sensibilidade e fé de Max Lucado têm ajudado milhões de pessoas no mundo. Em 365 Bênçãos, o autor best-seller apresenta 365 reflexões sempre baseadas em textos bíblicos. Trata-se de um livro de leitura agradável e cheio de mensagens positivas assinadas pelo maior escritor de livros de inspiração do mundo. Afinal, ninguém vende mais de 60 milhões de livros por acaso. Contém 368 páginas.

2. LUCADO, Max. Coragem para viver - Descubra a felicidade na presença de Deus. Rio de Janeiro: Thomas Nelson, 2009. Os problemas chegam em nossa vida e surge junto com eles o medo. Quando parece que vamos sair do controle devemos pensar na mensagem de Jesus sobre a coragem, a mesma que ele levou aos seus discípulos. Neste livro o autor nos lembra que não é preciso continuar vivendo preso às correntes da ansiedade, da preocupação e do medo. Podemos sentir menos medo do amanhã que sentimos hoje, corajosamente viver nos bastando, com uma garantia da presença de Deus e de nosso futuro em suas mãos. Inspirado best-seller mundial não sem medo de viver, este livro aborda os seis maiores tópicos sobre o medo e como podemos colocar um ponto final em suas conseqüências. Não Permita que o medo tome conta de sua vida. Ainda que o temor destrua nossa confiança, a fé e a esperança irão restaurá-la. Contém 224 páginas.

3. PACKER, J. I. O conhecimento de Deus ao longo do ano. Viçosa, MG: Ultimato, 2008. O Conhecimento de Deus, livro clássico e o mais conhecido do teólogo inglês J. I. Packer é o fio condutor dessa preciosa coletânea que mescla beleza, profundidade teológica e exercício devocional. A cada dia, encontramos um trecho das Escrituras e uma palavra do autor que nos convida a conhecer de perto a natureza de Deus e a alegria de cultivar um relacionamento com ele. Ao final de cada devocional, há uma sugestão para nos ajudar a responder em adoração ao próprio Deus. Contém 336 páginas.

4. MCDONOUGH, Mary. O Plano de Deus para a redenção. São Paulo: Clássicos, 2008. Qual é o propósito de Deus para o homem? Por que Deus permitiu que o homem pecasse? Por que Satanás ainda existe e há tanto engano entre os homens? Como Deus salva o homem e para quê? Qual é o estágio final da obra de Deus com o homem? Em O Plano de Deus para a Redenção Mary McDonough responde essas e outras perguntas usando um método eficaz de expor as verdades fundamentais da Palavra de Deus. Com sabedoria do Espírito Santo e usando um diagrama de três círculos concêntricos, representando a natureza tripartida do homem, ela descortina de forma simples e elementar os estágios da obra de Cristo e o processo de salvação do não regenerado até sua conformação na imagem de Cristo. O aspecto a ser destacado aqui é que a autora descortina com simplicidade todo o desdobramento do plano de Deus para a redenção em uma obra pequena, facilitando, em especial, a leitura para os mais novos na fé e para os que preferem livros pequenos. Esta obra é um clássico da literatura cristã e é indispensável para os que procuram edificar suas vidas nos fundamentos sólidos da Palavra de Deus. Contém 168 páginas.

5. LOPES, Hernandes Dias. A maior tragédia do mundo - Vol. I. São Paulo: Fôlego, 2010. Certamente conhecemos e temos lido sobre muitas tragédias que têm desabado sobre a humanidade ao longo dos séculos. São catástrofes naturais, crises econômicas, guerras encarniçadas, terremotos que abalam as estruturas da terra, enfim, são tragédias que se multiplicam ainda nos dias de hoje. Mas, certamente não há nenhuma tragédia mais grave, mais profunda e de conseqüências tão danosas como a tragédia que o texto de Gênesis relata. É sobre tal momentoso assunto que compartilharemos neste livro. Contém 52 páginas.

6. LUCADO, Max. Gente como a gente. Rio de Janeiro: Thomas Nelson, 2009. Em Gente Como a Gente, Max Lucado reconta a história de seus personagens bíblicos favoritos, humanos e imperfeitos, como nós. Ele bate à porta da casa de algumas famílias da Bíblia e nos apresenta Elias, o profeta que reclamava; Salomão, o rei que sabia muito; Jacó, o trapaceiro; entre outros. Pessoas comuns nas mãos de um Deus incomum, que usa o melhor de nós e supera o pior, sem deixar nunca de nos amar mesmo com todas as nossas imperfeições. Contém 264 páginas.

7. GRÜN, Anselm. No ritmo dos monges. Convivência com o tempo, um bem valioso. São Paulo: Paulinas, 2006. Internacionalmente conhecido, Anselm Grün se caracteriza pela arte de exprimir numa linguagem acessível e ao gosto contemporâneo os principais aspectos da tradição monástica cristã, originada no quarto século e que se estende pelos dois milênios de cristianismo, tanto no Oriente como no Ocidente. Dentre esses aspectos, destaca-se a forma como, nessa tradição, se vive o tempo. Não que os monges a tenham inventado. Ela tem suas raízes na cultura grega, mas foi assumida pelos primeiros cristãos, que lhe conferiram uma densidade nova e definitiva, vivenciando no tempo, na transcendência espiritual e cristã de cada momento, o peso da eternidade, graças à vida divina que nos é efetivamente comunicada. Depois de indicar as raízes culturais do tempo cristão e monástico, por assim dizer, o autor insiste no fato de que o tempo cronológico é simples medida do ritmo da vida, que precisa ser acolhido e respeitado, para que o ser humano encontre o caminho de sua plena realização. Em conseqüência estuda, a partir do terceiro capítulo, o ritmo dos monges e o aplica à vida contemporânea, como portador de uma sabedoria portadora de paz e de felicidade. Na verdade, conclui, o tempo é como um véu que encobre o mistério da eternidade, manifestando a precariedade da existência humana aqui na terra, mas contendo uma dimensão de transcendência, que nada mais é do que a vida terrena vivida na perspectiva de Deus. Contém 135 páginas.

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